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	<title>Comentários sobre </title>
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		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Elusa Abib Grassi e Jaciane Baggiotto Marques</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-424</link>
		<dc:creator>Elusa Abib Grassi e Jaciane Baggiotto Marques</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:17:06 +0000</pubDate>
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		<description>A gravidez na mulher diabética está associada com o risco aumentado tanto para o feto quanto para a mãe. Existe aumento da prevalência de anomalias congênitas e abortamentos espontâneos nas mulheres diabéticas que engravidam com mau controle glicêmico durante o período gestacional. O tratamento da mulher com diabetes que pretende engravidar deve iniciar-se no planejamento da gestação, com a tentativa de se obter  a normalidade da glicemia na pré-concepção e manutenção desta durante toda a gestação.

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302008000200018&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=en%5D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez na mulher diabética está associada com o risco aumentado tanto para o feto quanto para a mãe. Existe aumento da prevalência de anomalias congênitas e abortamentos espontâneos nas mulheres diabéticas que engravidam com mau controle glicêmico durante o período gestacional. O tratamento da mulher com diabetes que pretende engravidar deve iniciar-se no planejamento da gestação, com a tentativa de se obter  a normalidade da glicemia na pré-concepção e manutenção desta durante toda a gestação.</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302008000200018&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=en%5D" rel="nofollow">http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302008000200018&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=en%5D</a></p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Lais e Roberta</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-423</link>
		<dc:creator>Lais e Roberta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:11:25 +0000</pubDate>
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		<description>O salbutamol incado para paciente eh um potente agonista beta 2 adrenergico seletivo.
Ele eh um farmaco  utilizado como inibidor do parto prematuro ,por relaxar a musculatura do utero.
Eh um farmaco contra-indicado na gravidez e lactacao, por isso seria aconselhavel que a paciente conversasse com seu medico para substituir por outro que nao seja contra-indicado na gravidez.


Referencia Bibliografica

KOROLKOVAS, Andrejus, DE FRANÇA, Francisco F. de A. C. Dicionário Terapêutico Guanabara, Rio de Janeiro, edição 2008/2009.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O salbutamol incado para paciente eh um potente agonista beta 2 adrenergico seletivo.<br />
Ele eh um farmaco  utilizado como inibidor do parto prematuro ,por relaxar a musculatura do utero.<br />
Eh um farmaco contra-indicado na gravidez e lactacao, por isso seria aconselhavel que a paciente conversasse com seu medico para substituir por outro que nao seja contra-indicado na gravidez.</p>
<p>Referencia Bibliografica</p>
<p>KOROLKOVAS, Andrejus, DE FRANÇA, Francisco F. de A. C. Dicionário Terapêutico Guanabara, Rio de Janeiro, edição 2008/2009.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre CASO CLÍNICO I &#8211; Diabetes Melito por Andrea</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/04/22/caso-clinico-diabetes-melito/#comment-422</link>
		<dc:creator>Andrea</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:18:34 +0000</pubDate>
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		<description>Oieee!!
Sou estudante de medicina;tenho uma prova hj sobre diabetes..e esse site me ajudou bastante!obrigado!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oieee!!<br />
Sou estudante de medicina;tenho uma prova hj sobre diabetes..e esse site me ajudou bastante!obrigado!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Anelise, Camila, Mariana</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-421</link>
		<dc:creator>Anelise, Camila, Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 00:40:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://atenfar.wordpress.com/?p=645#comment-421</guid>
		<description>Como a paciente está fazendo tratamento para hipertensão e está grávida, o medicamento ideal seria a Metildopa, no caso de hipertensão crônica, que diminui a pressão arterial ativando os receptores alfa-adrenérgicos, do SNC, reduzindo assim, o fluxo simpático para o coração, rins e vasculatura periférica. Por indutora da hepatite, devem-se realizar mensalmente testes de função hepática durante os primeiros meses de tratamento ou toda vez que sobrevém febre inexplicada. O medicamento atravessa a barreira placentária e é excretada no leite materno, mas sem provocar efeitos adversos significativos no feto ou recém-nascido. 
O Salbutamol é indicado para inibir o trabalho de parto prematuro, mas é contra-indicado na gravidez e lactação.

Referências Bibliográficas:
Dicionário terapêutico Guanabara
Francisco Faustino de A. Carneiro de França
Edição 2008/2009</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como a paciente está fazendo tratamento para hipertensão e está grávida, o medicamento ideal seria a Metildopa, no caso de hipertensão crônica, que diminui a pressão arterial ativando os receptores alfa-adrenérgicos, do SNC, reduzindo assim, o fluxo simpático para o coração, rins e vasculatura periférica. Por indutora da hepatite, devem-se realizar mensalmente testes de função hepática durante os primeiros meses de tratamento ou toda vez que sobrevém febre inexplicada. O medicamento atravessa a barreira placentária e é excretada no leite materno, mas sem provocar efeitos adversos significativos no feto ou recém-nascido.<br />
O Salbutamol é indicado para inibir o trabalho de parto prematuro, mas é contra-indicado na gravidez e lactação.</p>
<p>Referências Bibliográficas:<br />
Dicionário terapêutico Guanabara<br />
Francisco Faustino de A. Carneiro de França<br />
Edição 2008/2009</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Leonardo Sanches e Letícia Iung</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-420</link>
		<dc:creator>Leonardo Sanches e Letícia Iung</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:05:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://atenfar.wordpress.com/?p=645#comment-420</guid>
		<description>O Salbutamol é uns dos fármacos de escolha no tratamento de casos de risco de parto prematuro em gestações de risco, ele age inibindo as contrações espontâneas ou induzidas pela ocitocina do útero da paciente grávida. Os relaxantes uterinos são utilizados para impedir a ocorrência de parto prematuro no inicio da gestação esse medicamento é contra-indicado, pois pode causar taquicardia, leve queda na pressão arterial diastólica e tremores. Já no final da gestação é o Salbutamol , porque vai relaxar a musculatura lisa do útero o que evita as contrações uterinas que podem resultar num nascimento prematuro. A paciente relatou que teve episódios de infecções do trato urinário, o que é comum ocorrer em mulheres. A mãe da paciente que foi como sua acompanhante falou  que sentia ondas de calor, aumento da irritabilidade e incapacidade de se concentrar nas tarefas diárias, características comuns da mulher na menopausa, e o mais indicado para essa paciente seria a reposição hormonal de estrogênios que tem seus  efeitos benéficos na melhora de vida, na densidade mineral óssea e na redução do risco de mortalidade por causas cardiovasculares, o único “medo” das pacientes  associado a terapia de reposição hormonal é o aumento no risco de desenvolver câncer de mama.

Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional, Rio de Janeiro, 3 edição, 2006 Guanabara Koogan.
Korolkovas. A, De França, F. F. de A. Carneiro- Dicionário Terapêutico Guanabara, Rio de Janeiro, edição 2006/2007 Guanabara Koogan.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Salbutamol é uns dos fármacos de escolha no tratamento de casos de risco de parto prematuro em gestações de risco, ele age inibindo as contrações espontâneas ou induzidas pela ocitocina do útero da paciente grávida. Os relaxantes uterinos são utilizados para impedir a ocorrência de parto prematuro no inicio da gestação esse medicamento é contra-indicado, pois pode causar taquicardia, leve queda na pressão arterial diastólica e tremores. Já no final da gestação é o Salbutamol , porque vai relaxar a musculatura lisa do útero o que evita as contrações uterinas que podem resultar num nascimento prematuro. A paciente relatou que teve episódios de infecções do trato urinário, o que é comum ocorrer em mulheres. A mãe da paciente que foi como sua acompanhante falou  que sentia ondas de calor, aumento da irritabilidade e incapacidade de se concentrar nas tarefas diárias, características comuns da mulher na menopausa, e o mais indicado para essa paciente seria a reposição hormonal de estrogênios que tem seus  efeitos benéficos na melhora de vida, na densidade mineral óssea e na redução do risco de mortalidade por causas cardiovasculares, o único “medo” das pacientes  associado a terapia de reposição hormonal é o aumento no risco de desenvolver câncer de mama.</p>
<p>Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional, Rio de Janeiro, 3 edição, 2006 Guanabara Koogan.<br />
Korolkovas. A, De França, F. F. de A. Carneiro- Dicionário Terapêutico Guanabara, Rio de Janeiro, edição 2006/2007 Guanabara Koogan.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Aliane Bernardes, Fernanda Pauletto</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-419</link>
		<dc:creator>Aliane Bernardes, Fernanda Pauletto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 20:26:19 +0000</pubDate>
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		<description>Os fármacos mais amplamente usados no manejo de trabalho de parto prematuro são os agonistas –β- 2- adrenérgico, sendo alguns deles o Salbutamol e a Ritodrina, único agente aprovado pela FDA para esse uso. Promovem o relaxamento uterino por aumento da atividade da enzima adenilato ciclase nas fibras musculares do miométrio, conseqüente aumento do AMP cíclico e diminuição do cálcio livre intracelular.
O tratamento convencional consiste no emprego intravenoso na situação aguda, até alcançar-se sedação do trabalho de parto. Segue-se, então, a terapia de manutenção por via oral.
Porém, agonistas β-2- adrenérgicos não são agentes de primeira linha no manejo de TPP, apesar da reconhecida eficácia em retardar o trabalho de parto, pois não há benefícios comprovados para o neoanato. Nifedipina é hoje primeira escolha para deter o trabalho de parto prematuro com melhora nos desfechos neonatais, pois inibe a entrada de cálcio nas células miometriais e, conseqüentemente, a contração uterina.

Referências Bibliográficas: 
Korolkovas. A, De França, F. F. de A. Carneiro- Dicionário Terapêutico Guanabara, Rio de Janeiro, edição 2006/2007 Guanabara Koogan.
Fuchs, Flávio Danni; Wannmacher, Lenita; Ferreira, Maria Beatriz Cardoso- Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional, Rio de Janeiro, 3 edição, 2006 Guanabara Koogan.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os fármacos mais amplamente usados no manejo de trabalho de parto prematuro são os agonistas –β- 2- adrenérgico, sendo alguns deles o Salbutamol e a Ritodrina, único agente aprovado pela FDA para esse uso. Promovem o relaxamento uterino por aumento da atividade da enzima adenilato ciclase nas fibras musculares do miométrio, conseqüente aumento do AMP cíclico e diminuição do cálcio livre intracelular.<br />
O tratamento convencional consiste no emprego intravenoso na situação aguda, até alcançar-se sedação do trabalho de parto. Segue-se, então, a terapia de manutenção por via oral.<br />
Porém, agonistas β-2- adrenérgicos não são agentes de primeira linha no manejo de TPP, apesar da reconhecida eficácia em retardar o trabalho de parto, pois não há benefícios comprovados para o neoanato. Nifedipina é hoje primeira escolha para deter o trabalho de parto prematuro com melhora nos desfechos neonatais, pois inibe a entrada de cálcio nas células miometriais e, conseqüentemente, a contração uterina.</p>
<p>Referências Bibliográficas:<br />
Korolkovas. A, De França, F. F. de A. Carneiro- Dicionário Terapêutico Guanabara, Rio de Janeiro, edição 2006/2007 Guanabara Koogan.<br />
Fuchs, Flávio Danni; Wannmacher, Lenita; Ferreira, Maria Beatriz Cardoso- Farmacologia Clínica: Fundamentos da Terapêutica Racional, Rio de Janeiro, 3 edição, 2006 Guanabara Koogan.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Andressa Rosa, Líria Cordeiro e Paola Gomes</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-418</link>
		<dc:creator>Andressa Rosa, Líria Cordeiro e Paola Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:56:07 +0000</pubDate>
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		<description>A menopausa é um período da vida das mulheres que deveria ser absolutamente fisiológico normal, inclusive hormonalmente. Porem não é isso que acontece com cerca de 30% da população feminina. A menopausa é definida como episodio final de sangramento menstrual que ocorre em uma idade mediana de 50 a 51 anos. Reflete a depleção dos folículos ovarianos ou constitui a conseqüência de ooforectomia. Os sintomas mais comuns são instabilidade vaso motora (fogachos), alterações de humor (nervosismo, ansiedade, irritabilidade e depressão), atrofia do epitélio urogenital e da pele, diminuição do tamanho das mamas e osteoporose. Os níveis de FSH mostram-se elevados  para ≥ 40UI/l. um dos grandes fatores para o aumento do medo inconsciente coletivo dos hormônios sintéticos foi a publicação de estatísticas ligando a reposição hormonal ao câncer de mama. Porem, cada vez mais que se associa um fato psicológico traumático ocorrido recentemente ao aparecimento de vários tipos de câncer. A terapia de reposição de estrogênios pode aumentar discretamente os riscos (câncer de mama), mas os efeitos benéficos do estrogênio na qualidade de vida, na densidade mineral óssea e na redução do risco d mortalidade por causas cardiovasculares parecem sobrepujar de longe o risco. Para uso a longo prazo os estrogênios devem ser administrados na dose eficaz mínima: estrogênio conjugado 0,625mg/dia VO, estradiol micronizado 1mg/dia VO ou estradiol transdérmico 0,05 - 1,0mg 1 ou 2 vezes por semana.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
BERENSTEIN, Eliezer. A inteligência hormonal da mulher. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Tinsley Randolph, Harrison / Manual de Medicina ; editores Eugene Braunwald... [et al.]. – Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A menopausa é um período da vida das mulheres que deveria ser absolutamente fisiológico normal, inclusive hormonalmente. Porem não é isso que acontece com cerca de 30% da população feminina. A menopausa é definida como episodio final de sangramento menstrual que ocorre em uma idade mediana de 50 a 51 anos. Reflete a depleção dos folículos ovarianos ou constitui a conseqüência de ooforectomia. Os sintomas mais comuns são instabilidade vaso motora (fogachos), alterações de humor (nervosismo, ansiedade, irritabilidade e depressão), atrofia do epitélio urogenital e da pele, diminuição do tamanho das mamas e osteoporose. Os níveis de FSH mostram-se elevados  para ≥ 40UI/l. um dos grandes fatores para o aumento do medo inconsciente coletivo dos hormônios sintéticos foi a publicação de estatísticas ligando a reposição hormonal ao câncer de mama. Porem, cada vez mais que se associa um fato psicológico traumático ocorrido recentemente ao aparecimento de vários tipos de câncer. A terapia de reposição de estrogênios pode aumentar discretamente os riscos (câncer de mama), mas os efeitos benéficos do estrogênio na qualidade de vida, na densidade mineral óssea e na redução do risco d mortalidade por causas cardiovasculares parecem sobrepujar de longe o risco. Para uso a longo prazo os estrogênios devem ser administrados na dose eficaz mínima: estrogênio conjugado 0,625mg/dia VO, estradiol micronizado 1mg/dia VO ou estradiol transdérmico 0,05 &#8211; 1,0mg 1 ou 2 vezes por semana.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:<br />
BERENSTEIN, Eliezer. A inteligência hormonal da mulher. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.<br />
Tinsley Randolph, Harrison / Manual de Medicina ; editores Eugene Braunwald&#8230; [et al.]. – Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Priscila</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-417</link>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 22:45:32 +0000</pubDate>
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		<description>Segundo Heinberg, na vida adulta, a incidência de ITU se eleva e o predomínio no sexo feminino se mantém, com picos de maior acometimento no início ou relacionado à atividade sexual, durante a gestação ou na menopausa, de forma que 48% das mulheres apresentam pelo menos um episódio de ITU ao longo da vida1. Na mulher, a susceptibilidade à ITU se deve à uretra mais curta e a maior proximidade do ânus com o vestíbulo vaginal e uretra. No homem, o maior comprimento uretral, maior fluxo urinário e o fator antibacteriano prostático são protetores.

Referência bibliográfica:
HEINBERG,I.P., SCHOR,N. Abordagem diagnóstica e terapêutica na infecção do trato urinário – Itu. Revista da Associação Medica Brasileira vol.49 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2003.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Heinberg, na vida adulta, a incidência de ITU se eleva e o predomínio no sexo feminino se mantém, com picos de maior acometimento no início ou relacionado à atividade sexual, durante a gestação ou na menopausa, de forma que 48% das mulheres apresentam pelo menos um episódio de ITU ao longo da vida1. Na mulher, a susceptibilidade à ITU se deve à uretra mais curta e a maior proximidade do ânus com o vestíbulo vaginal e uretra. No homem, o maior comprimento uretral, maior fluxo urinário e o fator antibacteriano prostático são protetores.</p>
<p>Referência bibliográfica:<br />
HEINBERG,I.P., SCHOR,N. Abordagem diagnóstica e terapêutica na infecção do trato urinário – Itu. Revista da Associação Medica Brasileira vol.49 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2003.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Crislei Molina, Jaqueline Seibel</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-416</link>
		<dc:creator>Crislei Molina, Jaqueline Seibel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:38:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://atenfar.wordpress.com/?p=645#comment-416</guid>
		<description>A terapia de reposição hormonal  é recomendada para o alívio dos sintomas da menopausa, como sintomas vasomotores, tratamento da atrofia vaginal e prevenção da osteoporose. Apesar das conhecidas vantagens, aproximadamente 70% das mulheres cessam o tratamento após o primeiro ano. Uma das principais causas da baixa aderência à TRH é o sangramento irregular. Outras razões incluem mastalgia, náusea, cefaléia, ganho de peso e retenção urinária, além do medo de câncer de mama.
Uma alternativa terapêutica natural é a isoflavona de soja, sem os efeitos colaterais e as contra-indicações da TRH.
Há evidências de que a isoflavona diminui a intensidade e a freqüência dos sintomas vasomotores em mulheres na menopausa.

Bibliografia:
Nahás, E.A.P., Neto, J.N., Luca, L.A., Traiman, P., Pontes, A., Dalben, I., Efeitos da Isoflavona Sobre os Sintomas Climatéricos e o Perfil Lipídico Na Mulher Em Menopausa, Rev. Brasileira de  Ginecologia e  Obstetetrícia, vol.25 no.5 Rio de Janeiro, 2003.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia de reposição hormonal  é recomendada para o alívio dos sintomas da menopausa, como sintomas vasomotores, tratamento da atrofia vaginal e prevenção da osteoporose. Apesar das conhecidas vantagens, aproximadamente 70% das mulheres cessam o tratamento após o primeiro ano. Uma das principais causas da baixa aderência à TRH é o sangramento irregular. Outras razões incluem mastalgia, náusea, cefaléia, ganho de peso e retenção urinária, além do medo de câncer de mama.<br />
Uma alternativa terapêutica natural é a isoflavona de soja, sem os efeitos colaterais e as contra-indicações da TRH.<br />
Há evidências de que a isoflavona diminui a intensidade e a freqüência dos sintomas vasomotores em mulheres na menopausa.</p>
<p>Bibliografia:<br />
Nahás, E.A.P., Neto, J.N., Luca, L.A., Traiman, P., Pontes, A., Dalben, I., Efeitos da Isoflavona Sobre os Sintomas Climatéricos e o Perfil Lipídico Na Mulher Em Menopausa, Rev. Brasileira de  Ginecologia e  Obstetetrícia, vol.25 no.5 Rio de Janeiro, 2003.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Caso clínico IV &#8211; Saúde da mulher e da gestante por Graziella Weigert</title>
		<link>http://atenfar.wordpress.com/2009/11/04/caso-clinico-iv-saude-da-mulher-e-da-gestante/#comment-415</link>
		<dc:creator>Graziella Weigert</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:13:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://atenfar.wordpress.com/?p=645#comment-415</guid>
		<description>Referência acima:
http://www.crfgo.org.br/site/down/palestras/FarmaciadeMinas/Linha%20Guia%20do%20Cuidado%20Farmaceutico%20_2_.pdf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Referência acima:<br />
<a href="http://www.crfgo.org.br/site/down/palestras/FarmaciadeMinas/Linha%20Guia%20do%20Cuidado%20Farmaceutico%20_2_.pdf" rel="nofollow">http://www.crfgo.org.br/site/down/palestras/FarmaciadeMinas/Linha%20Guia%20do%20Cuidado%20Farmaceutico%20_2_.pdf</a></p>
]]></content:encoded>
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