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Archive for novembro \14\UTC 2008

… Idosa festeja seu centenário fumando, bebendo e comendo gorduraslighting-a-cigarette-off-a-100-candle-funny-old-la

 Com um cigarro na mão direita e um copo de cerveja preta na outra, Olívia Franco da Silva desafia todos os protocolos de saúde. É sem abrir mão de hábitos politicamente incorretos que ela pretende festejar seus cem anos, hoje, em Alvorada.

No jantar em que dançará a valsa do centenário, com um vestido azul alugado para a ocasião, também não faltarão suas comidas prediletas: toucinho, torresmo e morcilha. Os médicos e a família tentam convencê-la a moderar. Olívia não se intimida. Fuma uma carteira de cigarro a cada três dias, não recusa uma cervejinha, nem pensa em trocar carne gorda por sopinhas. Apesar do mau exemplo que a torna exceção, não tem doença aparente, sequer alteração de colesterol.

– Agora que tenho essa idade, ninguém me governa mais. A gente vai fazer o que se não aproveitar a vida? – provoca, com sorriso maroto.

“Ela parece ser muito sortuda”, diz geriatra

Fonte : Zero hora, 14/11/08

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Amor…

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fonte: Bichinhos de jardim

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Hehehehe!

Tiras do Snoopy peanuts273

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Pinte o sete com o gatinho clicando aqui !

Divirtam-se!

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H.C.L., 25 anos, masculino, branco, solteiro, estudante e procedente de Porto Alegre, é  HIV-positivo, e vinha tomando saquinavir, 1.200 mg, três vezes ao dia, e zidovudina, 200 mg, três vezes ao dia, nos últimos 8 meses. Durante este período, a contagem de células CD4 aumentou de 200 para 725 células/mm3. Como apresentava quadro clínico de cansaço e tristeza, começou a se tratar com erva-de-são-joão.  Dois meses depois, o paciente voltou ao médico com grave episódio de herpes em um lado do rosto. Foi constatada uma queda na contagem de células CD4 para 280 células/mm3.

 

Resolvido o problema, a contagem de células CD4 voltou a aumentar, porém, o paciente não conseguia dormir a noite, e tomava uma dose normal de diazepan (10mg antes de deitar) que obteve de um amigo. A seguir, desenvolveu sintomas de superdosagem de diazepan, incluindo efeito de ressaca e dificuldade em acordar, mantendo, entretanto, a consciência.

 

Algum tempo depois, hospitalizou-se obnubilado e com sinais de irritação meníngea, um quadro progressivo que iniciara uns dias antes. A pressão e as proteínas liquóricas estavam aumentadas. A pesquisa de antígeno de criptococo no líquor foi positiva. Estabelecido o diagnóstico de criptococo, planejou-se o tratamento com Anfotericina B Convencional.

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Inibidores seletivos da Cicloxigenase-2. Revisitados um ano depois.

Antiinflamatórios não esteróides: Uso indiscrimidado de inibidores seletivos da cicloxigenase -2.

Antiplaquetários: ainda o ácido acetilsalicílico?

Anticoncepcionais orais: o que há de novo?

Antipsicóticos ativos: mais eficazes, mais seguros?

Uso indiscriminado de antibióticos e resistência bacteriana: uma guerra perdida?

Depressão maior: da descoberta à solução?

Enxaqueca: mal antigo com roupagem nova

Estatinas: uso racional na cardiopatia isquêmica

Febre: mitos que determinam condutas

Manejo da hipertensão na gestação: o pouco que se sabe

Inibidores da bomba de prótons: indicação racional

Obesidade: evidências e fantasias

Manejo racional da osteoporose: onde está o real benefício?

Terapia de reposição hormonal na menopausa: evidências atuais

 

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G.J.P., 47 anos,  chega ao departamento de emergência com queixa de sangramento excessivo em conseqüência de pequenos cortes com a lamina de barbear e equimoses sem motivo aparente. Embora os sinais sejam alarmantes para o paciente, o internista de plantão não os considerou particularmente graves. Ao obter a história clinica do paciente, o internista verifica que, nos últimos 5 anos, o paciente esteve tomando varfarina para fibrilação atrial. Além disso, o paciente apresenta asma desde a infância. Há cerca de 3 semanas, houve um aumento da freqüência e na gravidade dos sintomas da asma, levando o pneumologista a prescrever teofilina oral além do corticosteróide inalado e do agonista dos receptores β-adrenérgicos que o paciente já estava tomando. Este novo esquema parece estar controlando a asma. 

 

Algum tempo depois, o paciente passou a apresentar tosse, perda de peso de 4,5 kg e fraqueza generalizada. O teste recente para HIV foi negativo.  Ele está tomando prednisona oral, 20 mg, e nega qualquer alergia a fármacos. Ao exame, aparece cronicamente doente, com fere baixa de 38°C o exame físico revela achados benignos, à exceção de roncos bilaterais nos campos pulmonares apicais direitos na radiografia de tórax. Prescreve-se uma terapia com quatro fármacos com isoniazida, rifampicina, pirazinamida e etambutol, juntamente com suplementos de piridoxina, enquanto se aguarda o resultado das culturas e testes de sensibilidade.

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