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Archive for janeiro \20\UTC 2009

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A Reunião Anual da Associação Americana de Farmacêuticos, realizada em Atlanta (EUA), destacou a importância da orientação do farmacêutico para evitar reações adversas de medicamentos e o seu uso abusivo. O evento contou com a participação de nada menos do que sete mil profissionais.

Dados de um estudo relatado pelo farmacêutico Matthew Grissinger mostraram um ranking dos medicamentos associados a erros de medicação, provocados pelos próprios pacientes. Os campeões foram:

– insulina, usada no tratamento dos diabetes, com 8%
– os anticoagulantes, com 6,2%
– o antibiótico amoxicilina, com 4,3%
– a aspirina com 2,5%
– o quimioterápico sulfametoxazol-trimetoprima (Bactrin), com 2,2%
– paracetamol, Tylenol, com 2,2%
– ibuprofeno, com 2,1%
– cefalexina, com 1,6%
– penicilina, com 1,3%

Segundo Grissinger, o mau uso dessas drogas está associado a efeitos adversos provocados por doses incorretas, tomadas a intervalos errados, ao esquecimento em tomar o remédio ou, ainda, por não aderência ao tratamento, suspendendo o medicamento.

Na ocasião, o farmacêutico Pam Marquess enfatizou a importância do profissional graduado em Farmácia na motivação dos pacientes diabéticos a dar continuidade ao tratamento da doença, evitando riscos de complicações freqüentes e de hospitalizações de urgência.

Neste ponto, não apenas em doenças como o diabetes, para a qual a adesão do paciente ao tratamento é fundamental para manter a qualidade de vida e a saúde, mas para tantas outras, as informações e acompanhamento do farmacêutico são fundamentais.

O farmacêutico precisa estar bem preparado para orientar não apenas pacientes que se dirigem à farmácia e drogarias para adquirir medicamentos, mas para também prestar informações de saúde que ajudem a prevenir ou estimular a realização de check-up de saúde, para a detecção precoce de doenças que podem ser até 100% curadas quando diagnosticadas em seu início.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 28/6/2007

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House, M.D.

Não que eu seja fã de seriados médicos. Não sou!

Mas, devo confessar que House até que não é de todo ruim. Muito pelo contrário! Para quem não assistiu, trata-se de uma série médica, onde uma equipe tenta desvendar os casos mais esdrúxulos que alguém pode imaginar (só que nunca é lúpus).  O personagem principal, Doctor House, é um médico arrogante e presunçoso, mas extremamente perspicaz, que faz diagnósticos difíceis como quem decifra um jogo de paciência. Para tanto, é auxiliado por uma equipe, coadjuvante, que só serve para errar os diagnósticos, sempre descobertos pelo chefão.

Pois bem, como diagnóstico não é a nossa praia, confesso que ficava na dúvida sobre a veracidade dos casos. Por exemplo, uma das personagens morreu no final da 4ª temporada por se intoxicar com Amantadina, a qual estava sendo utilizada para tratar influenza. Nhá, essa eu não sabia! Aí, como a moça estava intoxicada, levantou-se a hipótese de retirar o medicamento via diálise, mas isso não foi possível porque ela se liga à proteínas plasmáticas. E bum, a moça morreu!

Pois bem, isso me motivou a comprar o livro ” A ciência médica de House”.  Tinha ouvido bons comentários a respeito, mas confesso que não esperava pelo livro que li. Muito bom!

O sujeito que escreve é jornalista, mas bem que podia ser farmacêutico, pela propriedade com que fala de temas como uso racional de medicamentos E de análises clínicas!

Claro que algumas coisas da série são fajutas, como por exemplo: Não são os médicos que se enfiam em laboratórios de análises clíncias e fazem os testes; muitos dos testes que saem e duas cenas levam mais de uma semana para ficarem prontos, etc, etc…  E os médicos de verdade entrevistados pelo autor são unânimes em afirmar que nenhum médico é presunçoso como é House (ah, tá!).

Bom, fica a dica! Boa leitura!

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