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Archive for junho \28\UTC 2009

Curso SNGPC

– Sistema Nacional de Gerenciamento de Podutos Controlados.

local: Salão Azul dia 2 de julho de 2009 – das 8 ÀS 12h e das 13
às 17h,
Ministrado pelo professor da Adriano Falvo – Unoeste, SP, com valor estipulado em R$ 50,00.
público alvo: farmacêuticos e estudantes de farmácia.
Na página do curso está o programa das atividades

informações e inscrições cursos.crf@gmail.com

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June 12, 2009 — The US Food and Drug Administration (FDA) yesterday approved an injectable formulation of ibuprofen (Caldolor, Cumberland Pharmaceuticals, Inc) for the treatment of pain and fever. The product will be available for hospital use only.

“Injectable ibuprofen and other nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) are promising pain management options,” commented Bob Rappaport, MD, in an agency news release. “But until now there were only oral forms of most NSAIDs. An injectable ibuprofen product can provide patients with relief from pain and fever when they cannot take oral products.”

Dr. Rappaport is director of the Division of Anesthesia, Analgesia and Rheumatology Drug Products in the FDA’s Center for Drug Evaluation and Research.

Adjunctive use of ibuprofen injection may also reduce the need for opiate pain relief. In a clinical trial of 319 women who had undergone abdominal hysterectomy, patients receiving the product were less likely to require morphine on an as-needed basis.

When treating acute pain, the recommended dosing regimen for injectable ibuprofen is 400 to 800 mg administered for 30 minutes every 6 hours. To treat fever, a 400-mg dose should be followed by 400 mg every 4 to 6 hours or 100 to 200 mg every 4 hours as needed.

Adverse events reported most commonly in clinical studies were nausea, flatulence, vomiting, and headache. Hypertension, serious dermatologic reactions, and severe allergic reactions may also occur.

As with other NSAIDs, ibuprofen injection should be used with caution in patients with congestive heart failure, those with kidney impairment, those at risk for blood clots, and patients with a prior history of ulcers or gastrointestinal bleeding. To reduce the risk for adverse events in these patients, the lowest effective dose should be administered for the shortest duration of time.

Fonte: Medscape Pharmacists.

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E agora, José?!

HCTZ a “Paltry” Antihypertensive, With No Effect on Outcomes, New Analysis Suggests

Lisa Nainggolan

June 16, 2009 (Milan, Italy) – Hydrochlorothiazide (HCTZ), the most commonly employed blood-pressure-lowering drug in the US, used at the usual doses prescribed–12.5 mg to 25 mg/per day–is a “paltry” antihypertensive, inferior to all other drug classes, and there is no published evidence that it reduces heart attack or stroke [1]. These are the controversial conclusions of a new pooled analysis of trials reported by Dr Franz Messerli (St Luke’s-Roosevelt Hospital, New York, NY) during a late-breaking clinical-trial session here at the European Meeting on Hypertension 2009 this weekend.

Messerli stressed that his conclusions relate to 24-hour ambulatory BP monitoring and that, “when it comes to office BP, HCTZ isn’t that bad. In the clinic, BP [with HCTZ] looks fairly decent, it’s almost as good as other antihypertensive drugs, which means very simply that HCTZ lowers the BP fairly well during the day, when the patient sees the doctor in the office, but at night and early-morning hours, it loses its antihypertensive efficacy, so it creates a false sense of security for the patient and the doctor alike.

“In a nutshell, HCTZ has lousy antihypertensive efficacy, there are no outcomes data for it, and it should not be used as initial therapy,” Messerli told heartwire . He added that since conducting this analysis, he has pretty much ceased to use HCTZ. “I used it extensively before this analysis, absolutely. I personally use much more chlorthalidone now, for which we have good, solid outcomes data. But unfortunately there are numerous fixed-dose combinations with HCTZ available at the current time, so you cannot escape the use of it completely.” And Messerli says he fears the new US Joint National Committee (JNC) guidelines on hypertension, due to be updated later this year (JNC 8), will continue to recommend use of thiazide diuretics as first-line therapy, “and they are fully aware that thiazides translate–at least to the American physicians–as HCTZ and nothing else.”

fonte: Medscapes Pharmacist

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Dona Maria anda preocupada com a saúde da sua família, por isso resolveu procurar o Seu Juvenal, o farmacêutico da farmácia do Bairro Esperança.

 

Há alguns dias atrás seu marido, seu Antônio, soube pelo telejornal que a matriz da empresa em que trabalha, uma montadora de automóveis norte-americana, pediu concordata, e desde então, tem sofrido de insônia e passado as noites em claro. Além disso, a família passou o final de semana na casa do Compadre Nelson, em uma feijoada, o que levou Seu Antônio a apresentar hemorróidas.

 Seus filhos mais novos, os gêmeos de 8 anos  Leandro e Leonardo, tem estado abatidos, com cefaléia e  coriza. Leonardo tem estado febril, com temperatura de até 39ºC e apresentou os sintomas de maneira mais brusca. Em questão de horas estava esgotado, com perda de apetite e náuseas. Tem se queixado também de dor no ouvido e na garganta. Leandro teve progressão mais lenta dos sintomas, e agora apresenta tosse produtiva.

 

A filha mais velha da Dona Maria, a Diva, tem 18 anos e começou a trabalhar recentemente. Ela precisa se deslocar até o centro da cidade, distante 20km da casa da família. Por causa desta distância, não tem retornado para almoçar em casa, e tem feitos lanches rápidos numa padaria perto do seu trabalho. Desde então tem comentado com a mãe que está constipada, chegando a ter dores estomacais freqüentes, com episódios de diarréia e vômito, além de aftas bucais.

 

João Paulo, seu filho de 10 anos, trouxe um bilhete da escola comentando que na turma dele, a 5ª série do ensino fundamental, várias crianças estavam com baixo desempenho escolar devido à pediculose. Os professores solicitam a revisão dos filhos e, em caso de infestação, que os mesmos tomem as medidas cabíveis. Dona Maria encontrou alguns piolhos em João Paulo, bem como lêndeas.

 

Dona Maria, com todos esses problemas para resolver, anda com muita dor de cabeça! Tem sentido dor especialmente à noite, e diz estar tomando apenas alguns chás, como camomila, alcachofra e guaco, este último, para prevenir da gripe.  

 

 

 

 

 

Seu Juvenal terá muito trabalho pela frente!

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Menos estrelas em propagandas de medicamentos

Medida restringe atuação de celebridades na indicação de remédios

Mais informações para os consumidores de medicamentos e exigências para a indústria farmacêutica e agências de publicidade já começaram a valer. Ontem, entraram em vigor novas regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a propaganda de remédios.

Frases com dados sobre os medicamentos devem ser integradas no anúncio, e não apenas no fim da propaganda. Além disso, a participação de artistas e celebridades se torna mais restrita. Outra determinação: imagens de pessoas ingerindo medicamentos fica proibida.

A propaganda para o público no Brasil é restrita a produtos sem prescrição médica. Para outros remédios, a publicidade só é permitida em publicações especializadas.

– Vimos nos últimos anos anúncios de remédios para abrir apetite que mostravam o consumo na refeição ou de efervescentes sendo tomados – diz a gerente de propaganda da Anvisa, Maria José Delgado.

A participação de artistas e celebridades continua permitida, mas, a partir de agora, eles não podem mais indicar o medicamento, explica Maria José:

– A imagem do artista já é suficiente para influenciar uma decisão, e a indicação de uso estimula isso ainda mais.

Publicitário contesta determinação da Anvisa

No ano passado, a campanha do analgésico Mirador, com Pelé e a atriz Ísis Valverde, foi proibida pela Anvisa. No anúncio, a atriz dizia que o remédio era “o Pelé dos comprimidos” e usava expressões como e “remédio forte”, que, segundo a Anvisa, sugeriam a eficácia do produto.

A partir de agora, além da frase “Ao persistirem os sintomas um médico deve ser consultado”, há uma lista com mensagens de advertência específicas para 21 princípios ativos de medicamentos.

Publicitários reconhecem a importância de cuidados com o setor, mas não acreditam que a decisão seja a mais adequada. Para o diretor da agência Euro RSCG Contemporânea, Armando Strozenberg, as medidas estão alinhadas com o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar), mas há problemas quando se tenta determinar a forma da propaganda:

– A Anvisa pode recomendar, mas não agir como um juiz antes de as coisas acontecerem.

Algumas das mudanças
> Propagandas de medicamentos que apresentem efeitos de sedação ou sonolência deverão trazer advertência que alerte para os perigos de se dirigir e operar máquinas.
> Fica proibida a veiculação de propagandas indiretas (que, sem citar o nome do produto, utilizem-se de símbolos ou designações).
> Fica vedado relacionar o uso do medicamento a excessos etílicos ou gastronômicos.
> Comparações de preço dirigidas aos consumidores só poderão ser feitas entre medicamentos intercambiáveis (medicamento de referência e genérico). Tal comparação deve ser feita entre os custos de tratamento ou, no caso de medicamentos de uso contínuo, entre as doses diárias definidas.

fonte: Zero Hora, 17/06/2009

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Curso_Atencao_Farmaceutica

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A.C.P.P. 15 anos, sexo feminino, apresenta hidrocefalia com DVP (Derivação Ventrículo Peritoneal), mielomeningocele, bexiga neurogênica, paralisia nos MMII, nascida de parto normal completo.

Aos 45 dias de vida foi submetida a cirurgia da mielomeningocele e aos 6 meses cirurgia para hidrocefalia. No ano de 2000 fez cirurgia de correção dos pés (tendões de aquiles).

Atualmente foram diagnosticados: insuficiência renal sem controle dos esfíncteres, escoliose, hiperlordose, desproporção facial.

Nos exames foram encontrados os seguintes valores: Uréia – 182,7 mg/dl; Sódio – 140 mmol/l; Potássio – 6,2 mmol/l; Cálcio – 9,2mg/dl; Fósforo – 4,1 mg/dl; Anti-Hbs – 866mUl/ml.

Eritrócitos – 3,56 milhões/mm³; Hemoglobina – 10,8 g/dl; Hematócrito – 32,9%; Plaquetas – 125mil/mm³.

PA: 100/60 mmHg; FC: 96 bpm; Paratormônio: 1020pg/ml.

Faz uso dos seguintes medicamentos: Ácido fólico, Ácido Valpróico, Bicarbonato de Cálcio, Calciferol B12, Fenobarbital e Sulfato ferroso.

 

1- Quais são as interações medicamentosas apresentadas no caso? Quais alterações  na terapêutica são necessárias para diminuir as interações entre os medicamentos?

2- Quais exames feitos pela paciente encontram-se alterados?

3-Com base nos resultados dos exames realizados, diga por que a paciente administra cálcio.

4- Fale sobre o principal problema de saúde apresentado pela paciente.

 

Acadêmicos: Letícia Campara, Letícia Poitevin, Luisa Schittler, Roberta Rodrigues.

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