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Archive for 10 de setembro de 2009

Paciente S.S.V nascida em 22 de março de 1990 na cidade de Santa Maria, seu parto foi feito por cesariana com procedimento normal, aos 19 anos pesa 92 kg e mede 1,64 cm, seu IMC é de 34,35 o qual se enquadra no nível de obesidade I. Em seus últimos anos foi constatado que sua glicose é de 143 mg/% a qual se considera elevada, pois os padrões aceitos são de 80 a 110, seu colesterol total está normal. No seu histórico familiar há casos de Hipertensão Arterial Sistemica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM), aos 8 anos paciente foi ao pediatra e constatou que é portador de DM. Seus históricos patológicos além de obesidade e DM, foram de hepatite aos 2 anos e Rubéola aos 4 anos, nesta idade sua mãe notou que a paciente apresenta retardo mental. S.S.V. encontra-se em tratamento medicamentoso desde 2005 sob o uso dos seguintes medicamentos: Carbamazepina, Diazepan, Fluoxetina e Clorpromazina. Atualmente está sob acompanhamento dos cursos de Terapia Ocupacional, Nutrição, Psicologia e Fisioterapia, na qual apresenta evolução no seu quadro geral notando-se melhora em sua capacidade motora além da regueção da obesidade através do acompanhamento da nutrição.

Perguntas:

1- O tratamento primário para a DM é uma alimentação balanceada acompanhada por nutricionistas associado a práticas de exercicios fisicos quando possivel, o tratamento secundário é através de medicamentos quando o primário não é suficiente. Dentre os medicamentos sitados no caso, é possível associar algum ao controle da glicose?

2- Dentre os medicamentos usados no tratamento de S.S.V., existe interação medicamentosa? Se existe qual seria a conduta a ser tomada para evita-la.

3- Alguns pacientes ao iniciar o tratamento com Fluoxetina reclamam não perceberem o efeito do medicamento nas primeiras semanas de uso. Explique o porque disso e como a fluoxetina atua no organismo.

4- Para que a paciente toma Clorpromazina? Qual sua função e qual a classe de receituário utilizada para a dispensação deste medicamento?

Elaborado por: Lauren Silveira, Leonardo Sanches e Liane Dias.

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    Como era

    • Letras minúsculas
    • Não precisava conter perguntas e respostas sobre o produto
    • Não informava claramente qual a idade mínima para uso do medicamento
    • Poderia conter informações sobre outras versões de um mesmo medicamento,caso ele viesse em forma de xarope ou comprimido, por exemplo
    • Não informava se o medicamento poderia provocar doping em atletas

    Como deverá ser

    •  Letras grandes (mínimo fonte 10)
    • É obrigatória a inclusão de, pelo menos, nove perguntas e respostas sobre o medicamento
    • Será obrigatória a informação sobre a idade mínima para uso do medicamento
    • A bula é específica para o remédio que acompanha, independentemente da forma de apresentação
    • De acordo com uma norma do Comitê Olímpico Internacional, as bulas terão de informar se o produto poderá provocar doping em atletas

    As perguntas que a nova bula terá de mostrar

       1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

      2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

      3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

      4. O QUE DEVO SABER ANTES DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?

      5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE

      MEDICAMENTO?

      6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

      7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE

      MEDICAMENTO?

      8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

      9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

       

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    Até que enfim, a Anvisa decidiu padronizar as informações constantes nas bulas de medicamentos. Não só padronizar, como também adequar os conteúdos aos usuários de medicamentos. Bula não é e nunca foi feita para profissionais de saúde, já que se sabe, através da comprovação por estudos científicos, que a informação técnica presente em bulas deixa muito a desejar. A bula é, portanto, para os pacientes, para os quais o mecanismo de ação dos fármacos é na maioria das vezes, grego disfarçado. A informação deve ser simples e prática, de fácil entendimento. Deve-se ter o cuidado, porém, de não cometer erros por escassez de informação, especialmente no que diz respeito a interações entre fármacos e a correta utilização dos mesmos.

    Seria interessante incluir frases de incentivo para a consulta ao farmacêutico caso ainda persistam dúvidas. Porém, a fonte de informação do farmacêutico também deve ser considerada. Infelizmente, a grande maioria das farmácias conta apenas com Dicionários de especialidades farmacêuticas e revistas dos distribuidores para busca de informações sobre medicamentos, literatura esta bastante defasada em termpos de informações técnicas completas.

    Paciente informado é paciente que adere ao tratamento. Louvável a iniciativa da Anvisa, porém, há de se ter em mente  que é necessário uma série de ações por parte dos profissionais de saúde para qualificar o atendimento ao usuário de medicamentos.

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    Segundo revisão sistemática de Vicki et al, seguem abaixo algumas alternativas observadas e que surtiram efeito em pacientes idosos, objetivando a melhoria da adesão:

    • modificação da dose
    • orientações por escrito
    • educação em saúde
    • orientações sobre a doença
    • informação pessoalmente ou por telefone, pelo farmacêutico
    • monitoração da adesão
    • separação dos medicamentos, para melhor identificação
    • calendário de medicações
    • manejo de reações adversas
    • revisão dos medicamentos utilizados
    • orientação ao cuidador
    • etiquetar os medicamentos

    Fonte: Vicki S. Conn, PhD, RN, FAAN; Adam R. Hafdahl, PhD; Pamela S. Cooper, PhD; Todd M. Ruppar, PhD, APRN, BC; David R. Mehr, MD, MS; Cynthia L. Russell, PhD, RN. Interventions to Improve Medication Adherence Among Older Adults: Meta-Analysis of Adherence Outcomes Among Randomized Controlled Trials. The Gerontologist, 09/02/2009.

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    Para pacientes que possuem os sintomas da gripe H1N1 ou aqueles que possuem o diagnóstico confirmado, a OMS recomenda o tratamento com os seguintes medicamentos:

    • Oseltamivir deve ser prescrito e o tratamento deve ser iniciado tão logo possível para pacientes que possuam os sintomas graves da doença. Dependendo da resposta ao tratamento, doses superiores a 15o mg, duas vezes ao dia, podem ser utilizadas. Esta recomendação é direcionada para todos os grupos, incluindo recém-nascidos, mulheres grávidas e crianças menores de 5 anos.
    • Zanamivir é indicado para pacientes com sintomas severos de H1N1, quando o Oseltamivir não estiver disponível ou quando não puder ser utilizado ou ainda quando houver resistência a Oseltamivir.
    • O tratamento antiviral não é recomendado em pacients que não pussuirem os sintomas graves da H1N1 ou que não pertencerem a grupos de risco, mesmo com diagnóstico provável ou confirmado da doença. Fazem parte do grupo de risco crianças menores de 5 anos, mulheres grávidas, adultos com mais de 65 anos,  profissionais de saúde (especialmente enfermeiros de homecare), pacientes com co-morbidades crônicas, incluindo problemas cardiovasculares, respiratórios, hepáticos ou diabetes, imunossuprimidos, HIV positivos, entre outras co-morbidades.
    • pacientes dos grupos e risco devem receber oseltamivir ou zanamivir tão cedo quanto possivel assim que os sintomas forem percebidos, antes do surgimento de complicações.

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