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Archive for outubro \29\UTC 2009

Mr. X, a 45-year-old bank manager, has a family history of Alzheimer’s and cardiovascular disease. His 69-year-old mother has early Alzheimer’s disease and his father died at age 55 years of a myocardial infarction. In addition, his 48-year-old brother was recently diagnosed with colorectal cancer. Mr. X is anxious about his risk for these diseases, although he has a normal body mass index and blood pressure, receives an annual physical examination, does not smoke, eats a heart-healthy diet, and undergoes 120-150 minutes of moderate-intensity aerobic exercise weekly. He drinks 1-2 glasses of wine daily with dinner. He plans to have a colonoscopy this year. Yet, he would like to do more to lower his disease risk.

He heard of resveratrol, a substance found in wine, from a reputable television program and researched resveratrol on the Internet. He now believes resveratrol has antiaging properties that protect against Alzheimer’s disease, cardiovascular disease, and cancer. He would like to know where to purchase this supplement and what dose to take for maximum protective effect to counteract his health risks.

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O Sr. Sampaio é um arquiteto de 69 anos que projeta prédios. Seus desenhos são muito detalhados e devem ser feitos em uma escala específica. No decorrer do último mês, surgiu um leve tremor na mão direita, que lhe causa uma certa dificuldade, mas que ainda não interfere na função. Entretanto, ele percebeu que a sua letra e desenhos ficaram bem menores, causando problemas no seu trabalho. Seu médico o encaminhou a um neurologista para avaliação. Ao exame, o neurologista percebe alguma rigidez motora no braço direito. Verifica também uma leve lentidão no andar do paciente, bem como uma redução no balanço dos braços ao caminhar. Foi determinado o diagnóstico de parkinsonismo em estágio inicial, para a qual foi prescrita a amantadina. Alguns dias depois, o Sr. Sampaio retorna ao neurologista queixando-se de mosqueamento arroxeado nas pernas. O médico substitui, então, a amantadina por levodopa+carbidopa.

A Sra. Sampaio festejou seus 71 anos de idade levando seus netos para passear no parque.

Caiu enquanto empurrava o carrossel e fraturou o punho. Neste momento, ela não está sentindo nenhuma dor, porém, queixa-se de que o gesso está incomodando para dormir. Tentou ouvir música suave, ler e praticar técnicas de relaxamento, mas, mesmo assim, não consegue adormecer. Pediu que fosse solicitado algum sonífero e o clínico prescreveu diazepam, 10mg, antes de dormir, por 30 dias, prazo em que poderia retirar o gesso. O Sr e a Sra Sampaio visitam seus netos com freqüência, e da ultima vez, acompanharam a filha na visita ao médico do neto, Daniel. O garoto tem 6 anos, e tem freqüentes e súbitas crises, caracterizadas por olhar vago, desligamento do ambiente, cessação da atividade motora e relaxamento muscular, as quais eram seguidas por abalos clônicos da cabeça e dos membros. O médico levantou a história de Daniel e fez exames clínicos, que não evidenciaram maiores problemas. Frente ao diagnóstico clínico de crises generalizadas de ausência típica (pequeno mal), foi solicitado um eletroencefalograma que demonstrou complexos onda e ponta, três por segundo, confirmando o diagnóstico. O médico prescreveu ácido valpróico para o tratamento.

vovó

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M.N.M.F possui três doenças complicadas, hipertensao, hidrocefalia e mileomingocele. Administra enalapril, carbamazepina, fenobarbital e oxibutinina. Tem 11 anos de idade, naseceu de parto normal com uma gestaçao sem problemas e precisa de cuidados constantes, utilza os serviços  de fisioterapia, nutriçao e terapia ocupacional, possui dificuldades motora nos membros superiores. Frequenta escola em classe regular.

 

A) Os medicamentos utilizados possuem interaçoes medicamentosas?

B) Qual o procedimento correto para administraçao do enalapril em crianças?

C) Qual o efeito terapêutico da oxibutinina?

Namir Hodali, Roberta Mena

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Seu Antônio, um homem de 60 anos de idade chega à farmácia se queixando de dor torácica, que ocorre principalmente no início da manhã e não parece estar associada a estresse ou exercício. Em consulta médica, o clínico realizou angiografia coronariana e teste positivo com ergovina, o e estabeleceu o diagnóstico de angina de peito em conseqüência de espasmo da artéria coronariana.

 

No exame físico, detectou-se ainda PA 130/90 mmHg, FC 84 bpm, FR 20 mrm. O paciente mostrava-se angustiado, pálido e suando abundantemente. À ausculta do pericórdio o ritmo era irregular e auscultava-se a terceira bulha em área de ventrículo E.

 

Exames subsidiários foram realizados, detectando CPK 320 mg% (n: até 80), LDH: 180 mg% (n: até 140); TGO: 52 U (n: até 40).

 

Sua prescrição consiste em nitroglicerina sublingual para os ataques agudos e verapamil para o tratamento crônico.

 

Poucos dias depois, seu Antônio volta para nova avaliação e percebe-se que está com a pressão arterial elevada (160: 100 mmHg). O paciente é encaminhado novamente ao clínico, que prescreve nifedipino, 80 mg/dia, em doses fracionadas de 20 mg (cápsulas). Ocorrem rubor, tonteira e nervosismo logo depois da utilização do medicamento (< 30min) e esses sintomas persistem durante cerca de 1 hora. Suas queixas de angina aumentaram durante este período. A esposa do seu Antônio, Dona Gilda, comentou que precisa acompanhar de perto o tratamento do marido, para que ele tome a medicação de maneira correta.  

 

O clínico optou por substituir o nifedipino por captopril, porém, apresentou novos PRMs como erupção cutânea e tosse. Por fim, seu Antônio optou por trocar de clínico, que substituiu o captopril por hidroclorotiazida e manteve o verapamil já utilizado anteriormente.

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Na época da faculdade é comum ter que comer na correria entre uma aula e outra, churrasco com a turma no final de semana, encontro em barzinhos e o efeito disso tudo: quilos a mais na balança ao final do mês. Quer dizer que fazer universidade engorda? Pelo menos é o que indica os estudos sobre a obesidade entre pessoas de nível universitário realizados pela Fundação Robert Wood Johnson, nos Estados Unidos. A pesquisa mostra que universitários engordam até 7 quilos durante a vida acadêmica. Álcool, alimentação gordurosa e hábitos nada saudáveis são as principais causas do ganho de peso.

Foram observados universitários de todos os semestres da graduação. Após o final dos estudos, os pesquisadores constataram que o aumento de peso é maior no primeiro ano. Segundo eles, a euforia pela conquista, a adaptação à nova rotina e a ansiedade em relação aos próximos anos na universidade levam os jovens a desenvolverem hábitos como a substituição de refeições por enlatados e fast food, ingestão de bebidas alcoólicas em excesso, poucas horas de sono em função de festas e estudos na madrugada, além de sedentarismo.

Cerca de 17% dos estudantes do primeiro ano concluíram o período pesquisado com um aumento do peso de três quilos e meio. Já os do segundo ano tiveram um aumento de um quilo e meio. Os estudantes do último ano apresentavam, em média, 7 quilos a mais do que quando ingressaram na universidade.

Existem também diferenças substanciais entre os sexos nas tendências para engordar. Os homens tendem a engordar mais do que as mulheres, porém, de maneira mais gradual, enquanto as estudantes adquirem mais peso nas primeiras semanas do semestre para em seguida manterem um equilíbrio. Os homens continuam a engordar progressivamente e tendem a permanecerem gordos após o final da graduação.

Fonte: Yahoo

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Pesquisadores acreditam haver uma relação entre a utilização de Insulina e seus análocos, especialmente a insulina Glargina e Câncer, porém, sem mecanismo definido.
Ulf Smith, MD, do Sahlgrenska University Hospital, observa : ” A questão é a seguinte: Isto ocorre devido aos elevados insulina circulante ou é causado por defeitos básicos associados com a obesidade e diabetes tipo 2, ou seja, a resistência à insulina?
Evidências científicas a nível celular e em animais sugerem que resistência à insulina pode ser um fator muito importante, que não podem ser determinados a partir de estudos epidemiológicos”
Porém, outros pesquisadores polemizam o assunto, relatando que não há diferença estatística significativa que aponte para estes resultados, exigindo maiores estudos a respeito.
Fonte: European Association for the Study of Diabetes (EASD) 45th Annual Meeting: Symposium S14. Presented October 1, 2009. MEDSCAPE

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Jaldo de Souza Santos,
Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF).
E-mail: presidência@cff.org.br

A liberdade de imprensa, uma das mais belas conquistas da democracia, é aliada e irmã siamesa da livre manifestação do pensamento. Pensares iluminados não teriam ganho o mundo para transformá-lo em algo melhor, não fosse a imprensa e a liberdade de que goza, nos países democráticos. Mas a livre manifestação do pensamento é capaz, também, de instigar pessoas de visão estreita a produzirem aberrações e infantilidades, crentes que estão trazendo ao mundo a mais bela pérola da intelectualidade.

Recentemente, deparei-me com uma tolice dessas. Era um artigo publicado, em julho, em um jornal de grande circulação, em que o seu autor, que se credita como cientista política (Ph.D pela University of Chicago) bradava que as profissões – todas elas – deveriam ser desregulamentadas. E mais: que cada pessoa tivesse o livre arbítrio para escolher entre um médico e um praticante de terapias alternativas, por exemplo.

Ora, a inclusão de práticas alternativas já está prevista no SUS (Sistema Único de Saúde), como auxiliares. Não há novidade nisso. O autor está chegando atrasado com as suas informações. Mas aposto que ele não buscaria essas práticas, se tivesse o diagnóstico de uma apendicite.

A profissão farmacêutica não escapou ao despreparo do autor. Para ele, o farmacêutico é um profissional sem importância, e só está presente, nas filiais dos laboratórios e nas farmácias e drogarias, porque a lei exige. E exige, porque nós teríamos conseguido pressionar o Congresso Nacional a elaborar normas para fazê-lo importante ao “vender a caixinha dos comprimidos mágicos”. Foi o que arrotou o soberbo e desqualificado intérprete das profissões.

Disse, ainda, que os preços dos medicamentos pagos pela sociedade são altos, porque é um tipo de ressarcimento que ela faz pelos anos de estudo dos profissionais. E estendeu a realidade dos farmacêuticos aos advogados, médicos, arquitetos, engenheiros e demais profissionais.

Ora, são tão infelizes as palavras da lavra do autor do artigo, que gostaria de me ater apenas aos aspectos relacionados à Farmácia. Dizer que a nossa (e outras) profissão precisa ser desregulamentada para que a sociedade tenha o direito de escolher entre os serviços do farmacêutico e de um leigo desqualificado é a mais pura manifestação de desconhecimento sobre o que está falando. É uma apologia ao erro, ao charlatanismo; é a manifestação retrógrada do desejo de ver voltar a era das trevas, quando a humanidade vivia mergulhada em assombros, preconceitos e escuridão dos conhecimentos técnicos e científicos.

As profissões vêm sendo construídas com um esforço visceral, e isso custa dinheiro, suor e sangue de abnegados e iluminados. A profissão farmacêutica, hoje, acumula – e distribui – conhecimentos, busca a excelência profissional, com o objetivo de servir melhor a sociedade. Assim, os farmacêuticos assumem os seus papéis sociais.

A orientação prestada pelo farmacêutico, na farmácia – serviço que o autor do artigo diz ser desnecessária -, é uma segurança para a sociedade. Nos países civilizados é assim e, no Brasil, há uma boa energia levando o País para esta modernidade sanitária.

Aproveito para lembrar ao autor do artigo que as “caixinhas dos comprimidos mágicos” a que ele se refere contêm princípios ativos (desenvolvidos por farmacêuticos, com o objetivo de salvar vidas) que tanto podem curar, quanto matar. A diferença está na dose, e disso entende o farmacêutico. Esta particularidade (de promover a cura, ou de ser um tóxico letal) é intrínseca a qualquer medicamento.

Portanto, aconselho o autor Ph.D. pela University of Chicago, sempre que precisar de tomar um medicamento, a procurar um farmacêutico que, seguramente, não será nem um pouco despreparado quanto ele. Assim, o Ph.D. estará resguardando-se dos possíveis efeitos negativos dos medicamentos, quanto do veneno de sua língua ferina e irresponsável.

Para dar segurança à população quanto ao uso do medicamento, o farmacêutico tem que se qualificar. São anos de um curso superior puxado e, para uma grande parte dos profissionais, mais alguns anos de especialização, na busca febril da excelência, o que, diga-se de passagem, honra esta profissão regulamentada e a faz uma das áreas mais procuradas e em ascensão, no País.

Os farmacêuticos brasileiros, hoje, atuam em 74 diferentes campos de atividade, todas elas regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio de resolução. As atividades vão da umbilical Farmácia Magistral (manipulação alopática e homeopática) à engenharia genética; da assistência farmacêutica (com foco não só no medicamento, mas no paciente) ao armazenamento de células-tronco colhidas de cordão umbilical com fins terapêuticos; das análises clínicas à citopatologia; da Rádiofarmácia à produção e controle de qualidade de medicamentos, entre outras.

Por isso – e contrariando recomendações em contrário do desastrado autor do artigo -, os farmacêuticos não têm vergonha de cantar o seu Hino. E, ao fazê-lo, certamente, estarão celebrando a história desta profissão que traduz a busca do homem pela cura das doenças e pela manutenção da saúde, não sua, mas de toda a humanidade. Inclusive dos que a condenam.

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