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Archive for 20 de outubro de 2009

Na época da faculdade é comum ter que comer na correria entre uma aula e outra, churrasco com a turma no final de semana, encontro em barzinhos e o efeito disso tudo: quilos a mais na balança ao final do mês. Quer dizer que fazer universidade engorda? Pelo menos é o que indica os estudos sobre a obesidade entre pessoas de nível universitário realizados pela Fundação Robert Wood Johnson, nos Estados Unidos. A pesquisa mostra que universitários engordam até 7 quilos durante a vida acadêmica. Álcool, alimentação gordurosa e hábitos nada saudáveis são as principais causas do ganho de peso.

Foram observados universitários de todos os semestres da graduação. Após o final dos estudos, os pesquisadores constataram que o aumento de peso é maior no primeiro ano. Segundo eles, a euforia pela conquista, a adaptação à nova rotina e a ansiedade em relação aos próximos anos na universidade levam os jovens a desenvolverem hábitos como a substituição de refeições por enlatados e fast food, ingestão de bebidas alcoólicas em excesso, poucas horas de sono em função de festas e estudos na madrugada, além de sedentarismo.

Cerca de 17% dos estudantes do primeiro ano concluíram o período pesquisado com um aumento do peso de três quilos e meio. Já os do segundo ano tiveram um aumento de um quilo e meio. Os estudantes do último ano apresentavam, em média, 7 quilos a mais do que quando ingressaram na universidade.

Existem também diferenças substanciais entre os sexos nas tendências para engordar. Os homens tendem a engordar mais do que as mulheres, porém, de maneira mais gradual, enquanto as estudantes adquirem mais peso nas primeiras semanas do semestre para em seguida manterem um equilíbrio. Os homens continuam a engordar progressivamente e tendem a permanecerem gordos após o final da graduação.

Fonte: Yahoo

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Pesquisadores acreditam haver uma relação entre a utilização de Insulina e seus análocos, especialmente a insulina Glargina e Câncer, porém, sem mecanismo definido.
Ulf Smith, MD, do Sahlgrenska University Hospital, observa : ” A questão é a seguinte: Isto ocorre devido aos elevados insulina circulante ou é causado por defeitos básicos associados com a obesidade e diabetes tipo 2, ou seja, a resistência à insulina?
Evidências científicas a nível celular e em animais sugerem que resistência à insulina pode ser um fator muito importante, que não podem ser determinados a partir de estudos epidemiológicos”
Porém, outros pesquisadores polemizam o assunto, relatando que não há diferença estatística significativa que aponte para estes resultados, exigindo maiores estudos a respeito.
Fonte: European Association for the Study of Diabetes (EASD) 45th Annual Meeting: Symposium S14. Presented October 1, 2009. MEDSCAPE

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