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Archive for 21 de outubro de 2009

Seu Antônio, um homem de 60 anos de idade chega à farmácia se queixando de dor torácica, que ocorre principalmente no início da manhã e não parece estar associada a estresse ou exercício. Em consulta médica, o clínico realizou angiografia coronariana e teste positivo com ergovina, o e estabeleceu o diagnóstico de angina de peito em conseqüência de espasmo da artéria coronariana.

 

No exame físico, detectou-se ainda PA 130/90 mmHg, FC 84 bpm, FR 20 mrm. O paciente mostrava-se angustiado, pálido e suando abundantemente. À ausculta do pericórdio o ritmo era irregular e auscultava-se a terceira bulha em área de ventrículo E.

 

Exames subsidiários foram realizados, detectando CPK 320 mg% (n: até 80), LDH: 180 mg% (n: até 140); TGO: 52 U (n: até 40).

 

Sua prescrição consiste em nitroglicerina sublingual para os ataques agudos e verapamil para o tratamento crônico.

 

Poucos dias depois, seu Antônio volta para nova avaliação e percebe-se que está com a pressão arterial elevada (160: 100 mmHg). O paciente é encaminhado novamente ao clínico, que prescreve nifedipino, 80 mg/dia, em doses fracionadas de 20 mg (cápsulas). Ocorrem rubor, tonteira e nervosismo logo depois da utilização do medicamento (< 30min) e esses sintomas persistem durante cerca de 1 hora. Suas queixas de angina aumentaram durante este período. A esposa do seu Antônio, Dona Gilda, comentou que precisa acompanhar de perto o tratamento do marido, para que ele tome a medicação de maneira correta.  

 

O clínico optou por substituir o nifedipino por captopril, porém, apresentou novos PRMs como erupção cutânea e tosse. Por fim, seu Antônio optou por trocar de clínico, que substituiu o captopril por hidroclorotiazida e manteve o verapamil já utilizado anteriormente.

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