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Archive for junho \15\UTC 2010

Convite

XXII Salão de Iniciação Científica

XIX Feira de Iniciação à Inovação e ao Desenvolvimento Tecnológico

V Salão UFRGS Jovem

18 a 22 de outubro de 2010

O XXII Salão de Iniciação Científica – SIC, a XIX Feira de Iniciação à Inovação
e ao Desenvolvimento Tecnológico – FINOVA e o V Salão UFRGS Jovem – Salãozinho
constituem espaço para divulgação, promoção e acompanhamento dos trabalhos de
Iniciação Científica com o objetivo de valorizar a pesquisa no âmbito
universitário e no contexto da educação básica e profissional.

PERÍODO DE INSCRIÇÕES

XXII Salão de Iniciação Científica – 31 de maio a 30 de junho

XIX Feira de Iniciação à Inovação e ao Desenvolvimento Tecnológico – 01 a 31 de
julho

V Salão UFRGS Jovem – 02 a 16 de agosto

      INSCRIÇÕES SIC salao@propesq.ufrgs.br 3308.3187 3308.3787
      FINOVA feira@propesq.ufrgs.br 3308.3385
      SALÃO UFRGS JOVEM salaoufrgsjovem@propesq.ufrgs.br 3308.3187 3308.3787
      PÔSTER pro-reitoria@propesq.ufrgs.br 3308.4085 3308.3629
      PROGRAMAÇÃO GERAL divulgacao@propesq.ufrgs.br 3308.3385
      INFORMAÇÕES BOLSAS IC / IT / VOLUNTÁRIAS ic@propesq.ufrgs.br 3308.3209
3308.3766 3308.4178

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Interações do Tamoxifeno

Mulheres em uso de tamoxifeno devem evitar o consumo de vários medicamentos que interagem via enzima CYP2D6.

Dentre eles pode-se citar:

Inibidores seletivos da recaptação da serotonina e noradrenergicos: paroxetina, fluoxetina, bupropiona, and duloxetina

Antipsicóticos: tioridazina, perfenazina, and pimozide

Cardiovasculares: quinidina and ticlopidina

Doenças infecciosas: terfenadina and quinidina

SÃO ALTERNATIVAS PARA ESTES FÁRMACOS

Antidepresssivos: venlafaxina, desvenlafaxina, reboxetina, escitalopram, e mirtazapina.

Antipsicóticos: tiotixeno, clozapina, risperidona, olanzapina, ziprasidona, e quetiapina

Cardiovasculares: diltiazen

Doenças infecciosas: indinavir, saquinavir, nelfinavir, delavirdina, nevirapina,e efavirenz

Fonte: Journal of Clinical Oncology (03/05/2010)

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PRIMEIRA CONSULTA

Mulher de 48 anos, viúva, realiza um teste para HIV, que foi positivo, após saber que seu parceiro eventual foi diagnosticado como portador do vírus HIV no último ano. A paciente apresenta contagem de células CD4 de 756/µl e uma carga viral de 2.000 cópias/ml. Está assintomática, e trabalha em tempo integral como adminstradora de uma hospital, viajando constantemente. O exame físico e os resultados dos exames laboratoriais de rotina foram normais. Foi instituído tratamento com zidovudina, lamivudina e abacavir.

SEGUNDA CONSULTA

Consciente, orientada, respirando espontaneamente em ar ambiente, porém com taquipnéia, apresentando MV Å; Aparelho cardiovascular com B1 e B2 normofonéticas, pulsos Å porém filiformes, níveis pressóricos estáveis, FC 90 bpm, rítmicos, ictus cordis não perceptível visualmente;

Apresentando Abdômen Globoso, flácido, R.H.A Å, não apresentando viseromegalia, porém queixa dor na região pilórica; necessidades nutricionais estão supridas; diurese Å, evacuação Å.Pele íntegra, não apresentado sinais de úlceras de decúbito Cateteres:-jelco 2 dias em MSE. 

Aspectos Fisiopatológicos

O retrovírus atinge células como os monócitos, macrófagos e linfócitos t4 onde este vírus acopla uma  camada glicoprotéica na células humanas e injetam seu material genético; quando o vírus conecta-se a outra célula os mesmos ativam as quimiocinas ativando assim os orifícios da célula permitindo a passagem do RNA para dentro da célula utilizando a enzima conhecida como transcriptase reversa.

A transcriptase reversa irá efetuar a quebra do material genético da célula T4 onde irá decompor todo material genético e acoplar o RNA viral ocorrendo assim a infecção permanente do hospedeiro.

O HIV atinge as outras células não T4 como uma forma de fuga do sistema imunológico, no caso do linfócito Tcd4+ o HIV penetra na célula e se replica até ocorrer à lise celular e promovendo então a liberação do vírus na corrente sangüínea para atingir novas células. 

Aspectos Microbiológicos: O HIV pertence a um grupo de vírus conhecido como retrovírus, o que indica que o vírus carrega seu material genético no ácido ribonucléico (RNA), e não no ácido desoxirribonucleico (DNA). O HIV é um vírus circundado por um envelope de glicoproteina. Esse envelope contém RNA em um núcleo protéico em formato de bola truncada. Composto das proteínas virais p24 e p17. As protuberâncias que se destacam através da parede viral consistem na proteína gp120, fixo a proteína gp41. as glicoproteinas virais externas do HIV – 1 no linfócito t-cd4+ .    

Aspectos farmacológicos: foram prescritos os medicamentos Stocrin®, Biovir®, Magestat®, todos são utilizados no tratamento da AIDS evitando assim a perda de peso excessiva, alem de paralisar a transcriptase reversa, paralisando assim a ação do vírus no organismo e não comprometendo a qualidade de vida da pessoa com HIV e aumentando a expectativa de vida do mesmo.

Aspectos Bioquímicos: Apresentando uma queda no número de hemácias pouco significativa, porém indicando uma leve anemia. Os índices são os seguintes:

  Achados Limites
Hemácias 3.61 4.5 a 6.0
Hematocrito 31.9 41.0 a 51.0
Hemoglobina 10.8 14 a 18

Porém, foi encontrado uma queda brusca no número de linfócitos, o que indica que a carga viral do paciente encontra-se muito elevada os índices são os seguintes: 

  Achados Limites
Linfócitos 610 900 a 3500

 Em níveis respiratórios é possível se verificar através da gasometria que o paciente encontra–se em uma alcalose respiratória através dos índices abaixo: 

  Achados Limites
pH 7.54 7.35 a 7.45
PCO2 22 35 a 45
PO2 63 ­ 60
HCO3 18 18 a 28

Aspectos Epidemiológicos: Até janeiro de 1999, ocorreram 688.200 caso relatados de AIDs e 410.800 mortes por AIDS em adultos, adolescentes e crianças.Em categorias sóciodemograficas e de exposição indica que até janeiro de 1999, os afro-americanos e os hispânicos contribuíram com 54.7% do total de casos de AIDS, os brancos não hispânicos perfizeram um total de 44.2% e asiáticos, oriundos das ilhas do pacifico, nativos norte americanos e nativos do Alasca contribuíram com 1.0%.Os afro-americanos homens contribuíram com 50.0%; dos casos em mulheres 76.7% e 81.4% dos casos em crianças.

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ESTUDO DE CASO – CÂNCER DE MAMA
“Muitas vezes me pergunto o que seria da minha vida como agora, se eu nunca tivesse tido câncer de mama. De certa forma, teria sido melhor, mas de outras maneiras, eu não me lembraria de tudo… Hoje, 10 anos após o diagnóstico, após uma biópsia de um caroço pequeno que eu tinha encontrado no meu peito esquerdo, eu aproveito cada instante de minha vida. ”
Maria é uma senhora de 67 anos de idade, ex-secretária, que acaba de retornar de uma viagem de seis semanas para a Nigéria como parte de uma Força Voluntária de assistência médica que imuniza crianças contra a pólio.  “A Nigéria é um dos quatro únicos países onde a pólio ainda está presente – está quase completamente erradicada agora.  Vendo o rosto das crianças ali, ansiosos para obter a sua única vacina, mostrou-me como fantástica a medicina moderna pode ser. ”
 Tratamento de Maria
Maria teve um choque inicial após seu diagnóstico.  Ela tinha acabado de sair da menopausa e estava ansiosa para estabilizar seus hormônios e para isso, estava administrando vários medicamentos e tratamentos alternativos simultaneamente, para acelerar o processo. 
 “Meu tumor era pequeno e não parecia ter se espalhado, mas eu já havia marcado uma mastectomia radical em três semanas.  Acordar com apenas uma mama foi um choque, apesar de saber exatamente o que seria feito. ”
Maria fez radioterapia em seguida, que a deixou muito cansada e sentindo depressiva.  Ela ficou aliviada ao saber que o resultado de uma biópsia do linfonodo que tinha sido removido confirmou que o tumor não tinha se espalhado além do peito, por isso ela foi poupada da quimioterapia.
“Eu temia ter que fazer quimioterapia – com todas as náuseas e efeitos adversos.  Eu pensei que eu tinha tido sorte de escapar.  Então veio a cirurgia, de reconstrução da mama – quase pior do que ter a mastectomia original! ”
Maria está contente por ter a mama reconstruída com o implante, mas hoje a maioria das mulheres não precisa mais passar por isso.  Hoje, as mulheres como Maria são tratados com cirurgia conservadora, onde apenas o caroço e algum tecido circundante é removido, ao invés de toda a mama.  Esta cirurgia é eficaz no tratamento do câncer e evita a necessidade de reconstrução da mama.
 Lidar com as hormonas
 Como o tumor de Maria era sensível ao estrogênio, os médicos decidiram que ela era candidata ideal para tomar tamoxifeno.  O tamoxifeno é uma droga que bloqueia os receptores de estrogênio em todas as células do corpo, incluindo as células do tumor, evitando assim que o hormônio estimule as células cancerosas a crescer.  O tamoxifeno pode ser usado como tratamento de câncer, e podem evitar recidivas do câncer de mama em mulheres cujos tumores foram removidos e tratados.
“Eu tomei tamoxifeno por dois anos, mas, em seguida, um outro tipo de medicamento chamado de inibidor da aromatase se tornou disponívl.  Este foi mais eficaz para mim porque eu tinha passado pela menopausa e utilizei este medicamento por mais três anos.  Agora, ainda tenho check-ups regulares a cada três meses para que a enfermeira pode fazer um exame de mama manual, com uma mamografia a cada ano. ”
Maria e seu médico constantemente se preocupam com sua densidade óssea, pois sabem que ela é paciente de risco para a osteoporose.
 A história de Maria não é incomum.  Cerca de 80% das mulheres que são diagnosticadas com câncer de mama em estágio inicial no Reino Unido, França, Alemanha e outros países da Europa Ocidental pode sobreviver por cinco anos.  Cerca de 66% sobrevivem por 20 anos.
 Os aumentos na sobrevivência se deve a uma combinação de fatores, incluindo uma melhor triagem e novos tratamentos.  Tamoxifeno e inibidores de aromatase têm impedido as recidivas em milhares de mulheres que têm tomado durante um longo período, e os dados clínicos ainda estão sendo coletados sobre os benefícios destes medicamentos.
 “Eu não teria acreditado, a 12 anos atrás, que eu estaria fazendo as coisas que eu estou fazendo hoje.  Ter tido câncer de mama, e sobreviver  graças aos diferentes tratamentos que eu tive é uma parte importante da minha vida agora.  Eu sei que o câncer de mama pode ocorrer – mas também sei que existem tratamentos adicionais que poderiam ajudar.  Tenho tanta esperança para o futuro e a partir de agora, vou aproveitar cada minuto de minha vida”.
ESTUDO DE CASO – GESTANTE
M.R.S., 20 anos, branca, profissão de manicure, casada, cônjuge com 32 anos, que trabalha como vigia. Possui ensino fundamental incompleto (7ª série), natural de Campo Grande-MS, católica. Renda familiar mensal em torno de R$ 900, 00, considera essa renda suficiente para manter as necessidades familiares. Reside em casa própria de alvenaria, com quatro peças (um quarto, sala, cozinha e banheiro), seu banheiro localiza-se dentro de casa e possui vaso sanitário e chuveiro elétrico, sua casa não dispõe de rede de esgoto, mas possui fossa séptica. Dorme 8 horas por noite e sente-se descansada com a quantidade de sono que tem. Realiza duas refeições diárias (café da manhã e almoço). Relata que após a gestação tem se alimentado mal devido a intolerância à carne. Nega história de icterícia, cálculo biliar, etilismo, tabagismo, problemas respiratórios, cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes.
Gestante com nove semanas e dois dias de gestação, Gesta III, Para II, Aborto Zero, Data da última menstruação (DUM): 25/04/2010, Data provável do parto (DPP): 02/02/2011.
Relata aumento da freqüência urinária após a gestação, cefaléia, lipotimias, náuseas, lombalgia e mialgia. Informa que ficou feliz com a gestação, pois a mesma foi planejada.
Tem consciência de normalidade das alterações já presentes ou futuras no seu corpo decorrentes da gravidez. Está feliz com a sua aparência, tem como aspiração ter uma vida estável, considera sua família e seus filhos as coisas mais importantes em sua vida.
À consulta (29/06/2006) a cliente apresentava peso: 70 kg, altura: 1,63m, IMC: 28, 6, PA: 90X63mmHg, P: 80bpm, R: 18mpm e T: 36,8 C.

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Professora Soraya é dona de uma escola infantil. Com o decorrer dos anos, conseguiu boa clientela entre os moradores da cidade de Trovoadas, no interior do estado. No momento, são 35 crianças matriculadas nas turmas de maternal e pré-escola, assim, a faixa etária dos alunos é de 1 a 5 anos.

Nas últimas semanas, porém, Professora Soraya tem se preocupado com os problemas de saúde apresentados pelas crianças. Não que fossem sérios, mas eram tantos…. Estavam inclusive tirando seu sono e provocando dores de cabeça freqüentes.

Primeiro foi o Joãozinho (4 anos), que começou a apresentar sintomas de pediculose. Em pouco tempo, como era de se esperar, boa parte da turma estava com o mesmo problema. Soraya então chamou os pais das crianças para uma reunião, na qual esperava conscientizar a todos da importância do controle do problema o quanto antes. Para ajudar nas informações, pediu para que o farmacêutico da unidade básica de saúde (UBS) da comunidade viesse acompanhar a reunião e falar sobre a transmissão, métodos de controle de piolhos, sintomas e tratamento medicamentoso (formas farmacêuticas), diagnóstico diferencial e medidas preventivas.

Resolvido o problema, percebeu que Maria Lúcia (3 anos) apresentava sinais de que desenvolveria um resfriado. A pequena se queixava de dor de cabeça e nos ouvidos, além de febre baixa (37,5ºC).  Com a chegada do inverno a preocupação de todos da escola era de que o caso fosse desenvolver para uma gripe H1N1. Muitas eram as dúvidas de pais e professores sobre como diferenciar a gripe comum da H1N1 e do resfriado comum, afinal existem grandes diferenças entre as formas de tratamento destes problemas de saúde.  Desta vez, foi chamada a médica da UBS para orientar a todos. A profissional de saúde falou sobre Medidas preventivas, hábitos de higiene, tratamento não farmacológico e farmacológico: medicamentos usados para tratar sintomas como tosse, obstrução pulmonar, congestão nasal, febre e dor (formas farmacêuticas e orientações de utilização).

Na última segunda-feira, Sara, uma menina sapeca de 4 anos chegou à escola com queixas de dores abdominais e forte diarréia. A menina relatou que foi a uma festa no final de semana, e que seus pais também estava apresentando dores iguais às dela. Neste caso, devido à urgência do quadro, a menina foi encaminhada à UBS, onde foi prontamente medicada e os pais orientados para como seguir com o tratamento e evitar novas intoxicações alimentares. O pai de Sara relatou ao farmacêutico, no momento em que este comprava seus medicamentos, que estava com aftas bucais e questionou se este problema também poderia estar relacionado com a intoxicação alimentar.

O problema de Pedro era diferente. Ele apresentava um quadro de constipação intestinal que já perdurava alguns meses. A mãe dele já havia tentado de tudo de plantas medicinais a medicamentos, passando por alimentos e outras substâncias. Para resolver o problema, voltou à escola o farmacêutico acompanhado de uma nutricionista, que falaram sobre causas, conseqüências e tratamento do problema…

Enquanto isso, as dores de cabeça e insônia continuam… qual será o próximo problema de Soraya?

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