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Archive for 7 de junho de 2011

Em um dia ensolarado de inverno, Dona Santa limpava a casa como costuma fazer todas as manhãs. A cada três minutos, parava suas atividades para tossir com força e coçar os olhos e o nariz. Agradeceu à Deus por ser a única da casa a ter  rinite alérgica, não queria que seus filhos passassem por isso… Lembrou que tinha que procurar a farmácia Municipal para retirar sua medicação, que já estava acabando, o Clenil®…  Andava sentindo dores no peito, achava que era da medicação que estava tomando… também atribuía a medicação a sua falta de sono. Mas também, com tantos problemas que vem enfrentando, não podia ser diferente.

Estava muito preocupada com o filho de 15 anos, que passava a maior parte do tempo fora de casa, e notou o emagrecimento e a piora das notas escolares. Sílvio se recusava a tocar no assunto, e dizia que não comia porque não tinha fome. Não sabia como descobrir se havia problemas maiores, e já viu tantos vizinhos sendo presos ou internados por causa das drogas, e isso a preocupava tanto…

Seu marido também estava a preocupando… andava tossindo muito, há mais ou menos 3 dias… a tosse estava seca, então ela acreditava não ser nenhuma infecção respiratória, como o farmacêutico da UBS lhe havia explicado.  Não sabia como tratar Seu Carlos, já que o médico do posto só viria na próxima semana. Pensou em fazer algum chá mas não sabia qual… Temia a volta da gripe A!

Sua filha, Gláucia, ainda é menor e tem 8 anos.  Adora o Luan Santana, e fica horas dentro do seu quarto ouvindo música. É uma ótima aluna, sempre elogiada pelos professores… Estava fazendo um trabalho para a escola, que neste mês está trabalhando o tema Pediculose. Vários alunos estavam com o problema, e por isso, estavam lançando uma campanha de conscientização.

Não seria nada difícil dona Santa apresentar outro sintoma: Dor de Cabeça!

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Autoridades presentes, prezados colegas, estimados alunos, Boa tarde!

Novamente nos reunimos para aprofundar nossos conhecimentos. Nesta VI Jornada de Farmácia, foi este o nosso norte: tornar as práticas profissionais do campo farmacêutico mais próximas de nossa comunidade acadêmica.

Para nortear nosso programa, fomos até nossa “audiência” e buscamos atender aos anseios dos alunos, aquilo que pensavam ser de maior importância, ou para temas que fossem de maior interesse.

Buscamos inovar também no formato do evento: nesta edição, priorizamos oficinas teórico-práticas, buscando profissionais renomados nos diversos campos de atuação, para que estes, além de falar sobre suas práticas, também pudessem demonstrar a rotina de suas atividades – nem sempre tão rotineiras.

A diversificação de temas presentes no evento reflete a gama de campos de atuação possíveis para os profissionais farmacêuticos, e nos orgulha, como profissionais que somos, de poder contribuir de tantas maneiras diferentes para o desenvolvimento da sociedade.

Com os avanços tecnológicos, sociais e culturais crescem ainda em maior proporção as necessidades de atualização, o que torna a atuação do profissional um desafio constante. Porém, a busca pela competitividade tem aberto espaço para questões éticas e humanísticas, e, estas, permeiam a atuação do farmacêutico.  Posso dizer com orgulho que tanto a tecnologia quanto a humanização e o cuidado farmacêutico tem espaço neste evento.

A organização de um evento nunca é uma tarefa trivial. Os últimos meses foram de muito trabalho para que pudéssemos estar reunidos aqui hoje. Agradeço a presença constante da comissão organizadora desta VI Jornada de Farmácia, que disponibilizou seu tempo, suas experiências, seu bom humor, seu bom senso, sua boa vontade e seu companheirismo em todas as etapas dos preparativos.

Gostaria de estender meus agradecimentos à Caixa Econômica Fedral, patrocinadora do evento, bem como as empresas apoiadoras: Reni farmácias, Farmácia Via Exata e Vinícola Velho Amâncio.

Espero que este evento traga, a todos os que dele fizeram e farão parte, uma oportunidade de debate e de capacitação profissional, um sentimento de dever cumprido, uma vontade de fazer mais e melhor! Que desperte a consciência tanto do que conhecemos, quanto do que temos a conhecer!

Gostaria de encerrar citando uma frase que gosto muito, de autor desconhecido: Na procura de conhecimentos, o primeiro passo é o silêncio, o segundo ouvir, o terceiro relembrar, o quarto praticar e o quinto ensinar aos outros.

Declaro aberta a VI Jornada de Farmácia.

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