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Archive for 3 de janeiro de 2013

escola

Professora Soraya é dona de uma escola infantil. Com o decorrer dos anos, conseguiu boa clientela entre os moradores da cidade de Trovoadas, no interior do estado. No momento, são 35 crianças matriculadas nas turmas de maternal e pré-escola, assim, a faixa etária dos alunos é de 1 a 5 anos.

Nas últimas semanas, porém, Professora Soraya tem se preocupado com os problemas de saúde apresentados pelas crianças. Não que fossem sérios, mas eram tantos…. Estavam inclusive tirando seu sono e provocando dores de cabeça freqüentes.

Primeiro foi o Joãozinho (4 anos), que começou a apresentar sintomas de pediculose. Em pouco tempo, como era de se esperar, boa parte da turma estava com o mesmo problema. Soraya então chamou os pais das crianças para uma reunião, na qual esperava conscientizar a todos da importância do controle do problema o quanto antes. Para ajudar nas informações, pediu para que o farmacêutico da unidade básica de saúde (UBS) da comunidade viesse acompanhar a reunião e falar sobre a transmissão, métodos de controle de piolhos, sintomas e tratamento medicamentoso (formas farmacêuticas), diagnóstico diferencial e medidas preventivas.

Resolvido o problema, percebeu que Maria Lúcia (3 anos) apresentava sinais de que desenvolveria um resfriado. A pequena se queixava de dor de cabeça e nos ouvidos, além de febre baixa (37,5ºC).  Com a chegada do inverno a preocupação de todos da escola era de que o caso fosse desenvolver para uma gripe H1N1. Muitas eram as dúvidas de pais e professores sobre como diferenciar a gripe comum da H1N1 e do resfriado comum, afinal existem grandes diferenças entre as formas de tratamento destes problemas de saúde.  Desta vez, foi chamada a médica da UBS para orientar a todos. A profissional de saúde falou sobre Medidas preventivas, hábitos de higiene, tratamento não farmacológico e farmacológico: medicamentos usados para tratar sintomas como tosse, obstrução pulmonar, congestão nasal, febre e dor (formas farmacêuticas e orientações de utilização).

Na última segunda-feira, Sara, uma menina sapeca de 4 anos chegou à escola com queixas de dores abdominais e forte diarréia. A menina relatou que foi a uma festa no final de semana, e que seus pais também estava apresentando dores iguais às dela. Neste caso, devido à urgência do quadro, a menina foi encaminhada à UBS, onde foi prontamente medicada e os pais orientados para como seguir com o tratamento e evitar novas intoxicações alimentares. O pai de Sara relatou ao farmacêutico, no momento em que este comprava seus medicamentos, que estava com aftas bucais e questionou se este problema também poderia estar relacionado com a intoxicação alimentar.

O problema de Pedro era diferente. Ele apresentava um quadro de constipação intestinal que já perdurava alguns meses. A mãe dele já havia tentado de tudo de plantas medicinais a medicamentos, passando por alimentos e outras substâncias. Para resolver o problema, voltou à escola o farmacêutico acompanhado de uma nutricionista, que falaram sobre causas, conseqüências e tratamento do problema…

Enquanto isso, as dores de cabeça e insônia continuam… qual será o próximo problema de Soraya?

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