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Archive for junho \18\UTC 2013

 

João é o farmacêutico do Lar Santo Expedito, uma instituição de longa permanência para idosos no município de Jurerê da Serra. Exercendo a profissão, é responsável pela supervisão direta do tratamento farmacológico de 45 idosos internados, todos acima de 65 anos. Em uma semana comum de trabalho, João dispensa aos cuidadores medicamentos prescritos pelos profissionais médicos que acompanham o grupo. A maioria destes medicamentos é utilizada para tratar distúrbios metabólicos (pertence à classe dos antidiabéticos orais e insulina; anti-hipertensivos, antiagregantes plaquetários, etc), antimicrobianos, distúrbios hormonais, psicofármacos (antiedepressivos, anticolinérgicos, anticonvulsivantes, ansiolíticos, etc.), vitaminas e suplementos alimentares.  Chamou a atenção de João as queixas das cuidadoras em relação a alguns problemas de saúde apresentados pelos internos, e que exigiram seus conhecimentos a respeito dos distúrbios menores.

– Dona Margarida estava apresentando tosse, e não deixava sua companheira de quarto, Dona Eulália dormir bem. Ambas estavam atribuindo a tosse à vacina da gripe, feita há alguns dias. João observou que a tosse de Dona Margarida era seca,  não acompanhada de febre, e questionou sobre o uso de cigarros. Dona Margarida corou ao confessar que a neta havia lhe trazido cigarros na última visita, e que estava fumando escondida no banheiro do quarto. João lhe indicou medidas higiênicas de combate a tosse e um antitussígeno.

Seu Benedito estava corado antes mesmo de falar com João. Seu problema era mais delicado. Estava sofrendo de hemorroidas. Novamente, a causa do problema foi a alimentação inadequada do morador, que havia comido salame colonial trazido pelos filhos, contendo bastante condimentos.  Seu Benedito se queixa de dor, ardor, inflamação, sangramento e calor. Novamente, João lhe indicou medidas higiênicas de combate ao problema, além de medicamentos tópicos.

Seu Nilo estava constipado já há algumas semanas. Sua frequência de evacuação era inferior a 3 vezes na semana, com fezes endurecidas e sensação de evacuação incompleta. Recentemente o médico assistente havia modificado sua terapia farmacológica e incluído novos fármacos neurolépticos e anticolinérgicos. João identificou a constipação como sendo um problema relacionado a medicamento e propôs medidas higiênicas e a utilização de um laxativo.

Para os casos acima, identifique fatores de risco, medicamentos de escolha, medidas higiênicas e orientações farmacêuticas necessárias para a resolução dos distúrbios menores.

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O Caso desta semana está descrito no artigo abaixo:

Epilepsia e Gravidez: Que conduta?

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Débora, é uma menina de 5 anos, pesando 17,2Kg e medindo 1,1m. Ela foi levada ao  seu pediatra por causa de dificuldades respiratórias e chiado nos últimos 3 dias, além de tosse produtiva de coloração amarela. Seis meses atrás, ela foi diagnosticada com asma. O pediatra fez os seguintes apontamentos:

•             PEFR 60-67 (normal 150-160) – (FEFmax – Fluxo expiratório forçado máximo durante a CVF)

•             aumento da frequência respiratória

•             taquicardia

•             dificuldade de completar frases

•             temp 38.8˚C.

  • Quais os seus comentários em relação à avaliação do pediatra
  • Depois da admissão hospitalar , quais os cuidados a serem tomados com a terapia de Débora para o manejo de seus sintomas?
  • Quais fatores complicadores estão presentes?

Débora recebeu a seguinte prescrição

  • Nebulização com salbutamol 2.5mg, a cada 1-2 horas se necessário
  • Prednisolona 40mg  uma vez ao dia (oral)
  • Cefotaxima 900mg  duas vezes por dia  (intravenosa)
  • Paracetamol 250mg  a cada 4-6 horas, se febre ou dor.

Descrição da progressão

Debora respondeu bem ao tratamento. O antibiótico intravenoso foi descontinuado e o tratamento oral foi iniciado.  Prednisolona foi descontinuada depois de 3 dias. Como estava reagindo bem ao tratamento, teve alta.

  • Qual antibiótico oral pode ser indicado?
  • Quais sinais indicam que ela respondeu bem ao tratamento?
  • Que medicamentos ela deve receber na alta, se sua FEFMax atingir 122?
  • Débora receberia imunização na próxima semana. Sua mãe pergunta se ela pode fazer as vacinas normalmente.
  • Estabeleça um plano de atenção farmacêutica para Débora, contemplando as necessidades de intervenção, ações a serem realizadas e resultados esperados.

Fonte: Paediatric pharmaceutical care – Workbook – NHS

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