Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘paciente infantil’

Criança do gênero feminino, com quatro anos e 11 meses de idade, branca, natural e procedente de Marília, foi trazida para atendimento médico com queixa de dor no corpo, febre e cefaléia nos últimos dois dias. Negava tosse e outros sintomas respiratórios. Ao exame, apresentava-se em regular estado geral, toxemiada, com palidez cutâneo-mucosa, perfusão periférica diminuída, respiração rítmica e regular, ausência de cianose, anictérica e febril (39ºC). A paciente mostrava adequação de peso e de estatura para a idade, freqüência cardíaca de 140 batimentos/minuto e freqüência respiratória de 32 incursões/minuto. A ausculta pulmonar evidenciava murmúrio vesicular diminuído difusamente e ausência de ruídos adventícios.

O raio-X do tórax de frente e perfil evidenciou áreas de condensações nodulares focais com efeito de massa em terço superior do pulmão direito e campo médio esquerdo. O hemograma apresentava 4.020.000 hemácias; hemoglobina de 11,4g/dL; hematócrito 33%; 14.400 leucócitos (1% mielócitos, 2% metamielócitos, 9% bastonetes, 78% segmentados, 4% linfócitos típicos e 6% monócitos); os neutrófilos tinham granulações tóxicas finas. A proteína C reativa era de 279,8mg/dL (normal até 5mg/dL).

Iniciou-se tratamento empírico para pneumonia com penicilina cristalina. A criança evoluiu com remissão da febre, melhora do estado geral já no terceiro dia e melhora radiológica no quarto dia de internação. Foi tratada por dez dias, com recuperação completa. A hemocultura não evidenciou crescimento de germes.

  1. Por que a penicilina G é a primeira escolha neste caso?
  2. Quais os objetivos terapêuticos a serem atingidos?
  3. Cite o esquema de administração ideal para esta paciente
  4. Há riscos potenciais para a paciente como o uso deste antibiótico? Como podem ser evitados?
  5. Se a paciente tivesse alergia a penicilina, poderia ser substituída por outro antibiótico? Escolha-o levando em consideração o potencial alergênico, o espectro de sensibilidade e efetividade.
  6. qual a orientação farmacêutica no acompanhamento desta paciente?

 

Anúncios

Read Full Post »

V.A.S, masculino, 2 anos e 2 meses, 10 kg, 90 cm, pardo, residente e domiciliado em Cotia, RS.

Queixa principal: A criança esta apresentando febre, tosse produtiva e perda de peso, necessitando ser atendido no Hospital Infantil.

Historia de doença atual:  Segundo informações obtidas com o pai da criança, ela esta internada há 15 dias vinda do município de Cotia com tosse produtiva, febre alta e dificuldade respiratória.

História de doenças anteriores: A criança é o Segundo filho do casal, o pai referiu não haver nenhuma doença respiratória, os primeiros sintomas apareceram de uma forma rápida após a família ter passado uma semana no sítio da família e ela foi hospitalizada. O pai referiu que a criança não teve nenhuma doença própria da infância como: sarampo, rubéola, coqueluche, varíola, caxumba. Não sofreu nenhum acidente ou trauma. O mesmo refere que o calendário de vacinas da criança esta em dias e que sempre leva a criança ao posto para tomar as vacinas na datas certas.

 Histórico familiar: O pai relata que reside no Rio Grande do Sul a cerca de 18 anos, e que sempre apresentou ótima saúde, é tabagista a 15 anos e faz uso de bebidas alcoólicas esporadicamente, nega hipertensão e diabetes, segundo ele sua esposa também goza de ótima saúde, e não pode vir ficar com a criança porque o casal tem um filho recém nascido (com dois meses ) e eles tinham receio porque a criança ainda é muito ´´pequena“.

 Histórico Social: Mora com os pais e mais dois irmãos menores em uma casa própria de madeira na zona urbana, não tem água encanada, usam água do poço, sem presença de rede de esgoto e com coleta de lixo. O pai relata que trabalha em uma madeireira e realiza pequenos ´´bicos“ como eletricista, e tem uma renda de aproximadamente dois salários mínimos, a Mãe é do lar, não tem atividade remunerada.

Padrão de vida cotidiana: O pai relata que a criança alimenta-se a bem, que gosta de frutas e verduras. Disse que a criança não tem dificuldade para dormir e que o filho leva uma vida compatível com a idade, gosta de brincar de bola com os colegas e familiares. Levando uma vida como qualquer criança de 2 anos de idade.

Histórico de medicamento: Não fazia uso de medicamentos, segundo informações colhidas do genitor da criança.

EXAME FÍSICO: Criança consciente, orientada, ativa, deambulando, eupnéica, febril, corada, hidratada. Aceitando parcialmente a dieta oferecida.

– Cabeça e Pescoço: Perímetro Cefálico 49 cm. Crânio normocefálico. Couro cabeludo integra e limpo. Face: simétrica sem lesões, alegre. Orelhas bem implantadas, simétrico, pavilhão auricular integra e limpo, acuidade auditiva preservada. Pupilas isocóricas com mucosa ocular corada. Nariz simétrico,sem secreção, pele íntegra; lábios normocorados, ausência de lesões. Mucosa oral hidratada, ausência de lesões, dentição completa sem presença de caries ,gengivas róseas amígdalas tamanho normal. Pescoço simétrico e íntegro, forma cilíndrica sem presenças de gânglios palpáveis e visíveis, mobilidade ativa, mediana, tireóide volume normal, veias jugulares normais, não distendidas.

– Tórax: Perímetro Torácico 48 cm. Tórax normolíneo, a ausculta pulmonar com MV (+), e ruídos adventícios em ápice e base do pulmão esquerdo. Bulhas cardíacas normofonéticas em dois tempos. Percussão com a presença de som claro pulmonar.

– Membros superiores: com movimentação e força muscular normais, pele íntegra, pequena quantidade de pêlos. Pulso Radial e Braquial D e E palpáveis, com pouco fluxo sanguíneo. Unhas aparadas, fortes e amareladas, com higienização satisfatória, com acesso venoso em MSE

– Abdome: flácido, indolor a palpação, com presença de RHA em QSE.

– Genitália: de característica do sexo masculino sem alterações.

– Funções fisiológicas: presentes, diurese de coloração amarelo escuro com odor característico.

– Membros Inferiores: com movimentação e força normais, apresentando pele íntegra, sem presença de edema, pêlos em pequena quantidade, unhas não aparadas, com boa higienização.

Sinais Vitais: Febril 37,5 ºC, Normocárdio 86 bpm, eupnéico FR: 24rpm.

Exames Clínicos e Diagnóstico por Imagem

RX tórax para prova de diagnóstico e hemograma completo.

  • Radiografia de Tórax

O paciente em questão apresentou na radiografia de tórax processo pulmonar sugestivo de pneumonia principalmente em ápice e base do pulmão esquerdo.

Hemoglobina: 12,7g/dl.

Hematócrito: 37.5%.

Plaquetas:  140,000mm³.

Glicemia:  118mg/dl  – não estava em jejum

Medicações Prescritas:

Ao ser admitido no Hospital e Pronto Socorro Infantil, o Médico prescreveu as seguintes medicações:

Dipirona: 0,8 ml 6/6 h s/n ev

Ceftriaxona: 750mg 12/12 h ev

Plasil (metaclopromida) ev 0,8ml

Atrovent (broncodilatador) nbz 5 gotas 4/4h

Berotec (broncodilatador) nbz 3 gotas 4/4h com sf0,9% 5ml

Oxacilina: 750mg 6/6 h ev

Acebrofilina -brondilat(via oral) 2,5 ml vo 12/12h

Adaptadode UCHOA, 2010.

 

 

Read Full Post »

 

Ana, sexo feminino, 6 anos, branca, estudante do primeiro ano do ensino fundamental de uma escola pública, buscou atendimento psicológico por iniciativa dos pais, os quais apresentaram as seguintes queixas: agressividade, falta de limites, agitação e TDAH diagnosticado previamente por um médico neurologista. Segundo os pais, a procura por apoio profissional, tanto médico quanto psicológico, foi motivada por constantes reclamações da escola (professores, coordenadora e diretora) sobre o comportamento da filha. Antes de ser encaminhada para o atendimento, a paciente e os pais passaram por um processo de acolhimento com duração de três encontros, que teve como objetivo principal acolher a demanda e investigar aspectos relacionados à história de vida da criança e seu desenvolvimento.

A criança vive com os pais, os quais possuem, em conjunto, uma renda mensal de cerca de meio salário mínimo. A mãe de Ana, 46 anos, tem segundo grau incompleto, trabalha como diarista duas vezes por semana. O pai, 57 anos, tem ensino fundamental incompleto. Atualmente se encontra desempregado. Segundo relato dos pais, Ana passa a maior parte do tempo em casa com o pai enquanto ela não está na escola e tem dificuldades de se relacionar com crianças de sua idade, preferindo ter contato com as de idade inferior à dela. Tem dois irmãos adultos, frutos de casamentos anteriores de seus pais, porém tem pouco contato com eles. Nas entrevistas iniciais, foi possível verificar, no ambiente familiar, a ocorrência frequente de conflitos conjugais, incluindo agressões físicas por parte do pai contra a mãe, muitas vezes presenciadas pela filha. O pai de Ana afirma não concordar com a forma com qual a esposa lida com a filha, culpando-a pelos comportamentos inadequados de Ana relacionados à falta de limites e indisciplina. A mãe, por sua vez, coloca-se como submissa ao marido, admitindo ter dificuldades em atribuir autonomia e responsabilidade à filha, obter respeito dela e fazer com que ela acate ordens, necessitando apelar algumas vezes para agressões físicas e gritos.

Quanto ao período gestacional, a mãe de Ana relata que sua gravidez não foi planejada, contudo bem recebida pelo casal, acrescentando que amamentou por apenas alguns meses até seu leite secar. Segundo a genitora, sua filha é uma criança inquieta, impõe seus desejos, é indisciplinada, porém muito esperta, não apresentando dificuldades de aprendizagem, em sua percepção.

Apesar da baixa renda financeira, percebe-se que a mãe de Ana valoriza muito a aparência e a higiene da filha, a qual sempre compareceu às sessões bem vestida e limpa. O casal mora em uma casa alugada, em um bairro afastado da região central da cidade. Não possui veículo e utiliza os serviços públicos de saúde. A religião mencionada é o espiritismo. A criança demonstra uma maior proximidade afetiva da mãe, expressando carinho por meio de abraços e verbalizações, os quais são retribuídos pela genitora.

Ana toma Ritalina® duas vezes ao dia, receitada por um médico neurologista indicado pela escola. O psicofármaco foi prescrito logo na primeira visita ao médico, tendo o diagnóstico se pautado essencialmente no diálogo com os pais. Nestes últimos, pôde-se perceber a presença de crenças relacionadas ao valor terapêutico do medicamento e supremacia do saber médico, bem como conhecimento precário e limitado acerca do transtorno diagnosticado na filha. Em termos culturais, foi verificada dominância masculina na hierarquia familiar, assim como crenças parentais na punição física e verbal (gritos) como forma de educar e controlar os comportamentos da filha.

Quanto à vida escolar, Ana é aluna do primeiro ano do ensino fundamental de uma escola municipal; frequenta aulas no período da manhã; é pontual e assídua, faltando apenas em circunstâncias especiais. Os pais de Ana são frequentemente chamados à escola devido a queixas relacionadas ao comportamento da filha, porém apenas a mãe comparece. A professora de Ana a relata como uma criança agitada, indisciplinada, ocasionalmente agressiva com os colegas e com dificuldades no cumprimento de tarefas, em acatar ordens e respeitar regras. Por outro lado, afirma que, apesar de tais características, é uma criança muito dócil, sincera, meiga e inteligente, equiparando seu comportamento a de um adulto em termos de linguagem, raciocínio e comunicação. Segundo a docente, Ana apresenta um desempenho escolar inferior à maioria dos colegas, pois não consegue se concentrar nas atividades e demonstra baixa perseverança em aprender. Não consegue ler e tem dificuldades em formar sílabas, escrevendo palavras a partir da soletração e ou desenho das letras. Entretanto, nos últimos dois meses, foi relatada pela professora uma significativa mudança no comportamento da criança, a qual tem demonstrado mais obediência, respeito aos colegas e interesse em participar das atividades escolares. Sua postura em sala é de liderança, expressando agressividade quando não tem a atenção dos colegas ou em uma situação de injustiça.                                                                                                                                                                                                                    Adaptado de Pereira e Silva. Psicol. rev. v. 17, n.1, 2011.

Read Full Post »

Você é farmacêutico clínico no serviço de pediatria do Hospital geral do município de Continhas.

Marcelo, uma das crianças internadas, será mandado embora para casa esta tarde, depois de 3 dias de internação. Você foi escolhido para fazer o aconselhamento à mãe de Marcelo no momento da alta médica. A anotação do médico assistente diz que Marcelo foi internado para tratamento de osteomielite e depois da alta tomará ceftazidima 1g via intravenosa cateter central inserido perifericamente a cada 8 horas por 14 dias. A farmácia de atendimento domiciliar (home care pharmacy) e a equipe de enfermagem do hospital vão preparar e administrar a medicação.

HISTÓRICO

Queixa principal: O paciente está sentindo dor no dedão do pé direito. Foi diagnosticada osteomielite causada por Pseudomonas aeruginosa.

Histórico da doença: Oito dias ante da internação o paciente perfurou seu tênis enquanto caminhava perto de uma lagoa na fazenda do9 seu tio. Vários dias depois, ele reclamou de dor no pé. Ele foi consultado pelo pediatra, Dr. Pereira e recebeu receita de ácido clavulânico/amoxicilina 250/62, 5mg cada 8h, por sete dias e ceftriaxona 250mg IM 1x. A dor do paciente piorou e ele recebeu então do Dr. Pereira uma segunda dose de 250 mg de ceftriaxona IM e o encaminhamento para um ortopedista, o Dr. Bastos, com um diagnóstico de suspeita de osteomielite. Dr. Bastos então executou um MRI que confirmou o diagnóstico de osteomielite no dedão do pé direito e o paciente foi levado ao hospital para internação.

O paciente passou por cirurgia, durante a qual a infecção foi debelada e o tecido foi enviado para cultura e antibiograma. A cultura foi positiva para Pseudomonas aeruginosa, sensível à imipenem, meropenem, ceftazidima, cefipima, tobramicina e ciprofloxacino.  Um cateter foi colocado e ele começou com a ceftazidima 1g cada 8 horas durante duas semanas ministrada pelo assistente médico do Dr. Bastos, o Dr. Couto. O paciente está com alta e com prescrição de lavagem com heparina, 10 uni/mL, 1-2 mL IV depois de cada dose de ceftazidima.

Histórico médico: sem qualquer acontecimento

Histórico de medicação: medicamentos prescritos na alta do paciente: ceftazidima IV 1g cada 8 horas por cateter durante duas semanas, lavagem com heparina 10 uni/mL, 1-2 mL IV depois de cada dose de ceftazidima. Medicamentos anteriores incluem amoxicilina/ácido clavulânico e ceftriaxona. O paciente não toma rotineiramente nenhum medicamento.

Histórico social e familiar: o paciente está na escola e tem vários irmãos.

Exame físico e informações objetivas: Paciente é do sexo masculino, tem 7 anos de idade, 1,27m de altura e pesa 26,3 kg. Forma feitos os seguintes exames: contagem de células brancas totais 13.400/mm3 com 78% de granulócitos, 6% de neutrófilos de banda; taxa de sedimentação de eritrócitos de 35 mm/h, taxa de glicose no sangue de 94 mg/dL; creatinina sérica 0,5 mg/dL. Exame físico é relevante, com temperatura de 37,7ºC. O dedão do pé está inflamado e apresenta vermelhidão. Paciente reclama de dor moderada no pé. A última contagem total de células brancas foi de 10.400 mm3 com 64% de granulócitos e 1% de neutrófilos de banda; a temperatura dele era de 36,9ºC. Ele ainda está reclamando de dor moderada no pé.

Baseado em Rovers e Currie, 2010.

Read Full Post »

O Sr. Sampaio é um arquiteto de 69 anos que projeta prédios. Seus desenhos são muito detalhados e devem ser feitos em uma escala específica. No decorrer do último mês, surgiu um leve tremor na mão direita, que lhe causa uma certa dificuldade, mas que ainda não interfere na função. Entretanto, ele percebeu que a sua letra e desenhos ficaram bem menores, causando problemas no seu trabalho. Seu médico o encaminhou a um neurologista para avaliação. Ao exame, o neurologista percebe alguma rigidez motora no braço direito. Verifica também uma leve lentidão no andar do paciente, bem como uma redução no balanço dos braços ao caminhar. Foi determinado o diagnóstico de parkinsonismo em estágio inicial, para a qual foi prescrita a amantadina. Alguns dias depois, o Sr. Sampaio retorna ao neurologista queixando-se de mosqueamento arroxeado nas pernas. O médico substitui, então, a amantadina por levodopa+carbidopa.

A Sra. Sampaio festejou seus 71 anos de idade levando seus netos para passear no parque.

Caiu enquanto empurrava o carrossel e fraturou o punho. Neste momento, ela não está sentindo nenhuma dor, porém, queixa-se de que o gesso está incomodando para dormir. Tentou ouvir música suave, ler e praticar técnicas de relaxamento, mas, mesmo assim, não consegue adormecer. Pediu que fosse solicitado algum sonífero e o clínico prescreveu diazepam, 10mg, antes de dormir, por 30 dias, prazo em que poderia retirar o gesso. O Sr e a Sra Sampaio visitam seus netos com freqüência, e da ultima vez, acompanharam a filha na visita ao médico do neto, Daniel. O garoto tem 6 anos, e tem freqüentes e súbitas crises, caracterizadas por olhar vago, desligamento do ambiente, cessação da atividade motora e relaxamento muscular, as quais eram seguidas por abalos clônicos da cabeça e dos membros. O médico levantou a história de Daniel e fez exames clínicos, que não evidenciaram maiores problemas. Frente ao diagnóstico clínico de crises generalizadas de ausência típica (pequeno mal), foi solicitado um eletroencefalograma que demonstrou complexos onda e ponta, três por segundo, confirmando o diagnóstico. O médico prescreveu ácido valpróico para o tratamento.

vovó

Read Full Post »

Jessica weighs 20 kg. The following infusion order is written by the prescribing physician: “Heparin 400U/hour (20U/kilogram/hour) continuous intravenous infusion.” Jessica is started on the heparin infusion via intravenous route. Four hours later, the nurse notes that Jessica is somnolent. The physician assesses the patient and notes that the infusion rate on the pump administering the heparin is 4000 U/hr. A STAT brain computed tomographic (CT) scan reveals acute intracerebral hemorrhage.

Which of the following is the most likely cause of the adverse drug event (ADE) in this patient? (select only one)
Misinterpretation of infusion dose due to use of abbreviations
Misinterpretation of infusion rate due to inclusion of both patient-specific and weight-based dose
Use of a continuous intravenous infusion instead of subcutaneous administration
Lack of laboratory monitoring

Read Full Post »

Jessica, a 7-year-old girl with kidney cancer, was admitted to the hospital for surgery and chemotherapy. On day 2, Jessica develops severe dyspnea and tachycardia. Oxygen saturation on room air is noted to be 84%. Radiographic imaging confirms pulmonary embolism. The pediatrician caring for Jessica is notified and prepares to order a heparin infusion.

In ordering anticoagulation for this patient, which of the following would you consider when writing the order? (select only one)

Include the patient-specific dose only
Include the weight-based dose only and allow the pharmacist to calculate the patient-specific dose
Include both the patient-specific dose and the weight-based dose
Specify the medication infusion rate in both units per hour and units per minute

Read Full Post »

Older Posts »