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Archive for setembro \30\UTC 2008

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Identificação

J. W., 45 anos, masculino, branco, casado, bancário, procedente de Porto Alegre.

História clínica

O paciente refere que, há um mês, submeteu-se a exame médico ao fazer um seguro de vida, ocasião em que se constataram níveis pressóricos de 160/110 mmHg. Embora estivesse totalmente assintomático, foi aconselhado a procurar atendimento clínico. Nega doenças sérias no passado e refere que sua pressão arterial, medida a dois anos, era normal. Fuma vinte cigarros por dia desde os 18 anos. Não tem atividade física regular. Seu pai é hipertenso já tendo sofrido um AVC.

Exame físico

PA = 164/104 mmHg ( sentado, média de 6 aferições em três dias distintos)

FC= 80 bpm; FR 20 mpm; TAx: 36ºC; peso 78kg; altura: 1,70m.

Ectoscopia normal, exceto por discreta obesidade.

Exame de pericórdio: ictus invisível e impalpálvel, segunda bulha hiperfonética em área aórtica e quarta bulha em área de ventrículo E.

Exame de fundo de olho:  entrecruzamentos patológicos, sem represamento venoso; estreitamento arteriolar; sem alterações de retina e papila.

Exames subsidiários

ECG = ritmo sinusal, freqüência ventricular de 80 bpm, e alterações de repolarização ventricular.

EQU  = densidade 1.025, traços leves de proteínas e sedimentos urinários sem anormalidades

Creatinina sérica: 0,8 mg%; colesterol total: 185 mg%; potássio sérico: 4,0 mg%; glicemia em jejum: 98 mg%.

Pela pressão arterial diagnosticou-se hipertensão arterial sistêmica leve, com repercussão em estágio II. Decidiu-se iniciar tratamento medicamentoso  com Hidroclorotiazida 50mg, uma vez ao dia, e medidas não medicamentosas.

 

                OBJETIVOS:

1.       Significado clínico dos exames laboratoriais

2.       objetivos do tratamento da hipertensão arterial

3.       expectativas com o tratamento (considerando comportamento de risco)

4.       nível pressórico ideal

5.       medidas não medicamentosas

6.       descrição do medicamento de escolha –  indicação, classe farmacológica, interações medicamentosas, efeitos adversos, doses usuais, PRMs, etc.

7.       comparação do fármaco escolhido com outras escolhas terapêuticas, justificando a utilização

8.       orientações para pacientes hipertensos e avaliação farmacêutica.

Fonte: (adaptado de FUCHS e WANNMACHER, 1999)

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Os sete passos para o PBL

 

 

1. Leitura do problema, identificação e esclarecimento de termos desconhecidos;

2. Identificação dos problemas propostos pelo enunciado;

3. Formulação de hipóteses explicativas para os problemas identificados no passo anterior (os alunos se utilizam nesta fase dos conhecimentos de que dispõem sobre o assunto);

4. Resumo das hipóteses;

5. Formulação dos objetivos de aprendizado (trata-se da identificação do que o aluno deverá estudar para aprofundar os conhecimentos incompletos formulados nas hipóteses explicativas);

6. Estudo individual dos assuntos levantados nos objetivos de aprendizado;

7. Retorno ao grupo tutorial para rediscussão do problema frente aos novos conhecimentos adquiridos na fase de estudo anterior.

 

 

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