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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Excursão para evento!

A empolgação era grande e a viagem maior ainda! Um grupo de estudantes de farmácia do Centro Universitário Franciscano tomou um ônibus as 14h da última sexta-feira e rumou por 48h até a longínqua cidade de Porto Seguro, na Bahia para participar de um importante congresso de Atenção Farmacêutica, que contaria com excelentes participantes internacionais, como a Dra. Maria Faus Dader e a Dra. Bárbara Strand. A viagem, que prometia ser divertida, se iniciou com clima de confraternização, com muito chimarrão,  sertanejo universitário e boas risadas!

O motorista do ônibus, como de costume, ajustou a temperatura do veículo para 20°C, e os passageiros, que já previam o calor baiano, foram pegos, literalmente, de “calças curtas” e passaram frio. Antes da chegada a Porto Alegre já se ouviam os primeiros espirros vindos do fundo do busão. RESFRIADO na certa. Atchim.

Mas deu prá ver o por-do-sol no Guaíba!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como já tinham que passar na farmácia mesmo, decidiram jantar no Shopping, alternativa que agradaria diferentes gostos. Infelizmente, para alguns, a higiene alimentar de um dos restaurantes escolhidos não estava a altura do seu público e três estudantes, em meio a madrugada, atravessaram a fronteira RS/SC se revesando no uso do banheiro do coletivo, com quadro de DIARREIA AGUDA, que mereceu uma segunda visitinha às farmácias do caminho.

O sol surgiu no céu com a boa notícia da chegada à Florianópolis!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não que a noite não tivesse sido agitada: O consumo de bebidas alcoólicas levou dois alunos a acordar com muita dor de cabeça, e aquele solzinho infernal entrando pelas frestas das cortinas, aliado ao animado bate-papo que já se ouvia entre os alunos e o motorista não estavam ajudando em nada. Nada que uma nova visitinha a uma rede de farmácias do estado não resolvesse! Ou quase.  Pelo menos até a próxima parada!

E “ai” daquele que ousasse desenterrar o pendrive com o sertanejo universitário.

 

E a viagem seguiu com as mais belas imagens do litoral catarinense. Os alunos intercalavam momentos de descanso, a leitura de livros e artigos científicos, e discutiam quais perguntas fariam aos palestrantes e quais pesquisadores procurariam nas horinhas de coffe-break. Ao final do dia, era possível avistar Curitiba e suas belas e arborizadas ruas. Neste dia, pôr do sol foi visto  tendo como moldura o teatro de Arame do famoso Jardim Botânico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Muitos flash para registrar este momento. Uma linda criança brincava com seu cãozinho de estimação, quando um aluno, empolgado pelo momento, se aproxima e faz um carinho na criança e no cachorro, seguido das seguintes palavras: “O AMOR É LINDO, A VIDA É BELA!!!”. Sua recompensa viria horas depois ao sentir uma leve coceira na cabeça, que foi se espalhando… espalhando… Sim, era a PEDICULOSE infestando sua cabeça e se banqueteando com seu sangue. Nem é preciso dizer que ficou em quarentena, isolamento total, até acharem uma nova farmácia para fazer o tratamento.

 

Sua companheira de banco não conseguia dormir, mesmo depois da aplicação do medicamento para pediculose, já que imaginava um ataque alienígena de piolhos mutantes a sua vasta cabeleira encaracolada. Na próxima parada  farmácia, procurou ajuda para tratar da sua INSÔNIA.

 

 

Amanhece um novo dia, nublado, frio e barulhento. Abrem-se as janelas do ônibus e o cenário é bem diferente da manhã anterior. Prédios, carros, buzinas, britareiras acordam nossos heróis. Chegaram em São Paulo.

Estádios de futebol? Nãããão! Museus??? Nãããão… a população feminina do ônibus quer conhecer a Rua 25 de Março!

Mas quem está acostumado a respirar ares de Dona Francisca não se adapta bem a poluição da capital financeira do Brasil e a caloura do interior começa a TOSSIR sem parar… até a visita a próxima farmácia!

Depois de várias recomendações sobre o modo adequado de fechar o porta malas (!) o ônibus segue viagem … Na tarde seguinte,  o ônibus estaciona na praia de Ipanema, aquela vista de cartão postal!

 

Famosos correndo na praia, e alunas da farmácia fotografando com jogadores de futebol em meio a uma acirrada disputa de futivolei! Filtro solar? Pra que, né? O rubor facial não indicava acanhamento mas sim INSOLAÇÃO! Ainda bem que chiques e famosos também frequentam farmácias!

 

 

 

 

 

Quarto dia de viagem! Enfim, chegada ao destino! E a fome é grande. Baianas na rua vendem acarajé, vatapá e toda sorte de alimentos condimentados que fazem escorrer lágrimas dos olhos e… sangue nas fezes. Sim, porque ninguém visita a BAHIA impunemente, e HEMORRÓIDAS também são tratadas em farmácias 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vários estabelecimentos farmacêuticos foram visitados durante a viagem e contavam com farmacêuticos prontos a ajudar a resolver os DISTÚRBIOS MENORES de nossos viajantes heroicos. Na bagagem de volta, além de abadás e fitinhas do Senhor do Bomfim, trouxeram conhecimentos importantes para a profissão. Aprende melhor quem aprende na prática!

Até a próxima viagem!

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Débora, é uma menina de 5 anos, pesando 17,2Kg e medindo 1,1m. Ela foi levada ao seu pediatra por causa de dificuldades respiratórias e chiado nos últimos 3 dias, além de tosse produtiva de coloração amarela. Seis meses atrás, ela foi diagnosticada com asma. O pediatra fez os seguintes apontamentos:

• PEFR 60-67 (normal 150-160) – (FEFmax – Fluxo expiratório forçado máximo durante a CVF)

• aumento da frequência respiratória

• taquicardia

• dificuldade de completar frases

• temp 38.8˚C.

Quais os seus comentários em relação à avaliação do pediatra
Depois da admissão hospitalar , quais os cuidados a serem tomados com a terapia de Débora para o manejo de seus sintomas?
Quais fatores complicadores estão presentes?
Débora recebeu a seguinte prescrição

Nebulização com salbutamol 2.5mg, a cada 1-2 horas se necessário
Prednisolona 40mg uma vez ao dia (oral)
Cefotaxima 900mg duas vezes por dia (intravenosa)
Paracetamol 250mg a cada 4-6 horas, se febre ou dor.
Descrição da progressão

Debora respondeu bem ao tratamento. O antibiótico intravenoso foi descontinuado e o tratamento oral foi iniciado. Prednisolona foi descontinuada depois de 3 dias. Como estava reagindo bem ao tratamento, teve alta.

Qual antibiótico oral pode ser indicado?
Quais sinais indicam que ela respondeu bem ao tratamento?
Que medicamentos ela deve receber na alta, se sua FEFMax atingir 122?
Débora receberia imunização na próxima semana. Sua mãe pergunta se ela pode fazer as vacinas normalmente.
Estabeleça um plano de atenção farmacêutica para Débora, contemplando as necessidades de intervenção, ações a serem realizadas e resultados esperados.
Fonte: Paediatric pharmaceutical care – Workbook – NHS

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escola

Professora Soraya é dona de uma escola infantil. Com o decorrer dos anos, conseguiu boa clientela entre os moradores da cidade de Trovoadas, no interior do estado. No momento, são 35 crianças matriculadas nas turmas de maternal e pré-escola, assim, a faixa etária dos alunos é de 1 a 5 anos.

Nas últimas semanas, porém, Professora Soraya tem se preocupado com os problemas de saúde apresentados pelas crianças. Não que fossem sérios, mas eram tantos…. Estavam inclusive tirando seu sono e provocando dores de cabeça freqüentes.

Primeiro foi o Joãozinho (4 anos), que começou a apresentar sintomas de pediculose. Em pouco tempo, como era de se esperar, boa parte da turma estava com o mesmo problema. Soraya então chamou os pais das crianças para uma reunião, na qual esperava conscientizar a todos da importância do controle do problema o quanto antes. Para ajudar nas informações, pediu para que o farmacêutico da unidade básica de saúde (UBS) da comunidade viesse acompanhar a reunião e falar sobre a transmissão, métodos de controle de piolhos, sintomas e tratamento medicamentoso (formas farmacêuticas), diagnóstico diferencial e medidas preventivas.

Resolvido o problema, percebeu que Maria Lúcia (3 anos) apresentava sinais de que desenvolveria um resfriado. A pequena se queixava de dor de cabeça e nos ouvidos, além de febre baixa (37,5ºC).  Com a chegada do inverno a preocupação de todos da escola era de que o caso fosse desenvolver para uma gripe H1N1. Muitas eram as dúvidas de pais e professores sobre como diferenciar a gripe comum da H1N1 e do resfriado comum, afinal existem grandes diferenças entre as formas de tratamento destes problemas de saúde.  Desta vez, foi chamada a médica da UBS para orientar a todos. A profissional de saúde falou sobre Medidas preventivas, hábitos de higiene, tratamento não farmacológico e farmacológico: medicamentos usados para tratar sintomas como tosse, obstrução pulmonar, congestão nasal, febre e dor (formas farmacêuticas e orientações de utilização).

Na última segunda-feira, Sara, uma menina sapeca de 4 anos chegou à escola com queixas de dores abdominais e forte diarréia. A menina relatou que foi a uma festa no final de semana, e que seus pais também estava apresentando dores iguais às dela. Neste caso, devido à urgência do quadro, a menina foi encaminhada à UBS, onde foi prontamente medicada e os pais orientados para como seguir com o tratamento e evitar novas intoxicações alimentares. O pai de Sara relatou ao farmacêutico, no momento em que este comprava seus medicamentos, que estava com aftas bucais e questionou se este problema também poderia estar relacionado com a intoxicação alimentar.

O problema de Pedro era diferente. Ele apresentava um quadro de constipação intestinal que já perdurava alguns meses. A mãe dele já havia tentado de tudo de plantas medicinais a medicamentos, passando por alimentos e outras substâncias. Para resolver o problema, voltou à escola o farmacêutico acompanhado de uma nutricionista, que falaram sobre causas, conseqüências e tratamento do problema…

Enquanto isso, as dores de cabeça e insônia continuam… qual será o próximo problema de Soraya?

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Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

19,000 people fit into the new Barclays Center to see Jay-Z perform. This blog was viewed about 61.000 times in 2012. If it were a concert at the Barclays Center, it would take about 3 sold-out performances for that many people to see it.

Clique aqui para ver o relatório completo

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DEFESAS DE TFG II

Fiquem atentos para as alterações do cronograma. Compartilhem.

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Defesas de TFG II

Clique no link abaixo para conhecer mais sobre os trabalhos finais de Graduação do curso de Farmácia Dez/2012!

 

DEFESAS DE TFG II

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M.J.B.S., feminino, branca, 53 anos,
casada, natural de Leme e procedente de
Pirassununga, SP.
História da moléstia atual: paciente refere hipertensão arterial iniciada
após gestação, há 31 anos, sem controle,
tendo apresentado freqüentes episódios
de crises hipertensivas, acompanhadas de
tontura, dispnéia paroxística noturna e
dispnéia aos grandes esforços. Relata já
ter feito uso de várias associações de antihipertensivos, sem sucesso. Foi encaminhada em 2003 ao Ambulatório de Farmacologia Cardiovascular e Hipertensão
do HC/FCM-UNICAMP por apresentar
níveis pressóricos elevados e dificuldade no controle da pressão arterial, após
ter sido acompanhada durante 29 anos
em centros primários e secundários.
Antecedentes familiares: pai era
hipertenso, falecido por AVE. Mãe, um
irmão e uma irmã hipertensos.
Antecedentes pessoais: nega diabetes, dislipidemia, tabagismo e etilismo. Sedentária.
Avaliação no

Ambulatório HAR –
HC/FCM-UNICAMP
A paciente deu entrada em nosso
ambulatório referindo mal-estar geral, cefaléia constante, insônia, náuseas, tensão
nervosa, dor precordial atípica e visão turva, em uso de: hidroclorotiazida 50 mg/
dia, captopril 25 mg 8/8 h, propranolol 40
mg 8/8 h e nifedipina 20 mg 12/12h.

Exame físico
• Paciente em REG, corada, hidratada,
acianótica, anictérica, afebril e
eupnéica.
• Peso: 78 kg; Altura: 1,60m; IMC:
30,4; Cintura: 112 cm; Quadril: 118
cm; C/Q: 0,95; Prega cutânea: 12 cm;
Circ. Braquial: 32 cm.
• Cabeça e pescoço: Simétrico, ausência de ptose palpebral, tireóide palpável sem aumento de volume e consistência elástica.
• Ap. cardiovascular: Ritmo cardíaco
regular em 2 tempos com A2 hiperfonética e B4 presente. FC: 80 bpm.
PA: MSD: 180/120 mmHg e 190/120
mmHg; MSE: 180/120 mmHg e 180/
110 mmHg.
• Ap. respiratório: Murmúrio vesicular
preservado sem ruídos adventícios.
• Abdome: Ausência de visceromegalias, massas sólidas ou pulsáteis e
sopros.
• SNC: Paciente consciente, contactuante e eutímica. Sem déficits motores.
• FO: Artérias com reflexo luminoso
aumentado (retinopatia hipertensiva
leve).
• Membros inferiores: Pulsos periféricos presentes e simétricos. Edema +/
4+ bilateral, mole e indolor.
Exames complementares
Laboratoriais
• Glicose: 95 mg/dL;
• HbGlic: 4,8%;
• Hb: 15,5g%;
• Ht: 46,7%;

Colesterol total: 189 mg/dL; LDL:
110 mg/dL; HDL: 53 mg/dL; VLDL:
26 mg/dL; Triglicérides: 86 mg/dL;
• Sódio: 142 mEq/L; Potássio: 4,1
mEq/L;
• Ácido úrico: 4,3 mg/dL;
• Uréia: 31 mg/dL; Creatinina: 0,77
mg/dL;
• Urina I: Normal
• Eletrocardiograma: Rítmo sinusal,
freqüência 76 bpm, alterações na
repolarização ventricular.
• Raio X tórax: aorta alongada, tortuosa, com calcificações. Traquéia e
mediastino centrados. Seios costofrênicos livres.

(Barbosa et al., 2005 – para artigo na íntegra, clique aqui!)

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