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Archive for the ‘Material de apoio’ Category

Vídeo das acadêmicas de Farmácia Bibiana Aldrigui e Thays Hennig Silva, elaborado para a disciplina de Seminário Integrador I. — em Unifra – Centro Universitário Franciscano, Santa Maria.

 

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Na semana em que AVC foi destaque dos noticiários devido ao caso do técnico Ricardo Gomes…

Um estudo encomendado pelos laboratórios americanos Bristol-Myers Squibb (BMS) e Pfizer revelou que uma nova molécula é eficiente na redução da frequência de acidentes vasculares cerebrais (AVC). A pesquisa foi feita com 18.201 pacientes e demonstrou a superioridade do novo medicamento sobre o tratamento de referência normalmente utilizado nos pacientes que sofrem de fibrilação arterial.

O estudo da fase III (a última antes da solicitação da comercialização do medicamento) revelou que para estes pacientes o apixaban seria o primeiro anticoagulante que reduz significativamente o risco de morte em função do problema, segundo o comunicado dos laboratórios.

Os pacientes que tomaram o novo remédio apresentaram uma probabilidade inferior a 21% de padecer de um AVC em relação aos pacientes tratados com warfarin. Além disso, tiveram 31% menos probabilidades de sofrer com uma hemorragia importante e risco 11% menor de morrer.

Os resultados foram apresentados ontem durante o Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia em Paris e publicados no jornal especializado New England Journal of Medicine.

O estudo, realizado em 1.034 hospitais de 39 países, foi coordenado pelo Duke Clinical Research Institute (Carolina do norte, sul dos Estados Unidos) e pelo Uppsala Clinical Research Institute (Suécia). Segundo os autores, 5 milhões de americanos e 6 milhões de habitantes da União Europeia sofrem de fibrilação arterial, a forma mais comum de perturbação do ritmo cardíaco, o que os coloca na categoria de risco de sofrer AVC.

FONTE: clicrbs

Caros leitores, não esqueçam do olhar crítico sobre pesquisas com CONFLITO DE INTERESSES!

 

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Senhores aspirantes ou já farmacêuticos, revolucionários e motivados a buscar transgredir paradigmas seculares de apatia, prestem atenção:

 

“palavras não são más/ palavras não são quentes/ palavras são iguais/ sendo diferentes”.

Às vezes, a maneira como dizemos interfere muito mais no que dizemos. Dependendo da forma como dizemos “bom dia”, a pessoa pode pensar: “Já pensou quando não for um bom dia?”, ou ela pode, realmente, ter vontade de resgatar o seu dia.

 

“os números para os dias/ os nomes para as pessoas”.

Não existe processo de humanização hospitalar se não resgatarmos o nome das pessoas; entendamos que os números são para os dias e os nomes para as pessoas, todas elas.

 

“palavras eu preciso/ preciso com urgência/ palavras que se usem em casos de emergência”.

Por muito tempo, podemos pensar que as palavras que usamos em casos de emergência são: “parada cardiorrespiratória”, “fogo”, “socorro”, mas hoje, refletindo sobre a fala dos pacientes, podemos perceber que as palavras que podemos usar em casos de emergência são: “desculpe”, “sinto muito”, “estou fazendo tudo o que posso”, “estou com você”, “não tive a intenção”, enfim são as palavras que, com o tempo,  eles irão se lembrar, sabendo que fizemos o melhor em uma situação de emergência.

 

Sábias PALAVRAS de Maria Júlia Paes da Silva.

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A dependência de álcool é uma das doenças psiquiátricas de maior
prevalência. No Brasil, estima-se (não há estatísticas oficiais) que em
torno de 15% da população tenha problemas com o uso de álcool. Em
pesquisa nos Estados Unidos, encontrou-se uma prevalência do diagnóstico
de dependência de álcool durante a vida /(lifetime prevalence) /de 20,1 %.

Devido a sua alta prevalência e os efeitos devastadores sobre os vários
sistemas do organismo, o alcoolista está presente na clientela de
praticamente todas as especialidades médicas.

Na infecção pelo HIV, o alcoolismo é ainda mais freqüente. Os
homossexuais e usuários de drogas, parcela considerável dos pacientes
infectados, apresentam prevalência ainda maior de abuso e dependência de
álcool. Outro fato importante é que o uso de álcool é associado a sexo
de risco (sem preservativos) em populações de jovens heterossexuais.

O tratamento de pacientes com dependência de álcool é complexo e com
resultados ainda pouco animadores. O índice de abandono de tratamento e
recaídas são altos.

A abordagem do alcoolista infectado pelo HIV não é diferente do
não-infectado. Alguns aspectos básicos do tratamento são listados a seguir:

1. É importante estabelecer um bom vínculo com o paciente. Julgamentos
morais impedem o estabelecimento de uma boa relação médico-paciente,
essencial nestes casos.

2. O profissional deve encarar o alcoolismo como doença e não corno*
*"sem-vergonhice".

3. As diversas formas de tratamento não são excludentes e podem ser
empregadas concomitantemente (farmacologia, psicoterapia, abordagem
familiar, grupos de auto-ajuda - Alcoólatras Anônimos grupos religiosos,
entre outros).

4. As recaídas fazem parte da evolução e não devem ser vistas
necessariamente como falha terapêutica.

5. A parada da ingestão do álcool deve ser abrupta e almeja-se a
abstinência total na grande maioria dos casos.

6. Não se deve tolerar o uso da substância na institutição nem a vinda
do paciente intoxicado à consulta.

O tratamento apresenta duas etapas:

    - Desintoxicação e tratamento da abstinência. Uso de
    benzodiazepínicos, suplementação vítamínica e medidas de suporte.

    - Prevenção de recaídas. Psicoterapia e uso de fármacos em
    determinados casos. Para tratamento do alcoolismo pode-se utilizar
    medicação aversiva (antabuse) ou antagonista dos receptores opióides
    - naltrexone - que diminui o desejo de beber e a gravidade das recaídas.

 

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Purpose. Published evidence on the pathophysiology, diagnosis, and treatment of fibromyalgia is reviewed, with an emphasis on recent clinical trials of various pharmacologic agents.
Summary. Fibromyalgia affects an estimated 2% of the general U.S. population, and its incidence is sevenfold higher among women. The diagnostic characteristics of fibromyalgia are chronic widespread pain, thought to arise from abnormalities of ascending pain and descending inhibitory sensory pathways, and allodynia on palpation of specific tender points. Three medications available in the United States are labeled for treatment of fibromyalgia-related symptoms: the serotonin- and norepinephrine-reuptake inhibitors duloxetine and milnacipran and the α2-δ ligand pregabalin. Evidence from clinical trials indicates that all three drugs can have a significant impact on fibromyalgia-related pain; duloxetine and pregabalin have been demonstrated to reduce sleep disturbances and improve quality of life (the former also has been shown to improve mood), while milnacipran can offer significant benefits in reducing fatigue. A growing body of evidence suggests that the best treatment approach may involve the use of one or more agents whose mechanisms of action are aligned with patient-specific clusters of symptoms. Several other agents have been used for fibromyalgia, with mixed results, including tricyclic antidepressants, selective serotonin-reuptake inhibitors, opioids, and gabapentin. Given the limitations of the evidence from clinical trials to date, controlled trials directly comparing different agents are needed to better delineate adverse-event risks, cost considerations, and optimal management approaches.
Conclusion. A broad range of drugs has been used to treat fibromyalgia. Symptoms, comorbidities, adverse effects, and patient preference are important considerations in drug selection.

Para ler o texto na íntegra, acesse Medscape Pharmacist 

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Clinical Context

Dietary botanical supplements and herbal tea use are not regulated in the United States as pharmaceuticals are. In fact, some of these supplements may cause drug interactions or contain heavy metals, which, in infants, may have more adverse effects. Use of these dietary botanical supplements and teas among infants has not been well documented. This is an analysis of the cohort of mothers form the Infant Feeding Practices Study II to examine the prevalence of dietary botanical supplements and tea use in infants, reasons for use, and factors associated with use.

Study Highlights

•Included were 2653 healthy mothers with healthy term infants from the Infant Feeding Practices Study II. These mothers were surveyed longitudinally from pregnancy through the first year of their infants’ lives between 2005 and 2007.

•The cohort was drawn from a national consumer panel of mothers 18 years and older.

•Mothers were sent a questionnaire once during pregnancy and 10 times during the first year of their infants’ lives.

•94% of the postnatal sample returned at least 2 questionnaires.

•The sample overrepresented white, older, and better-educated mothers.

•The dependent variable was the number of times mothers answered “yes” to 10 postnatal survey questions asking about use of dietary botanical supplements or teas in their infants.

•Independent variables included age of the mothers, race/ethnicity, education, socioeconomics, breast-feeding practices, parity, and region.

•For each questionnaire, mothers were asked to list all dietary botanical supplements and teas their babies had been given in the past 2 weeks. •One third of mothers were 25 to 29 years old, 30% were 30 to 34 years old, and 72% were multiparous.

•Mean breast-feeding duration was 23.4 weeks; 85% of mothers were non-Hispanic white, and 6% were Hispanic.

•Overall, 9% of mothers in the sample reported giving dietary botanical supplements and teas to their infants on at least 1 questionnaire.

•4% of mothers reported giving dietary botanical supplements or teas to their infants on more than 1 questionnaire.

•Mothers were more likely to give their infants dietary botanical supplements or teas if they were users of dietary supplements themselves, were primiparous, older, had a higher education or income, and were married.

•Geographically, dietary botanical supplements and teas were more likely to be given in the West and least likely to be given in the Midwest.

•The odds ratio of giving infants dietary botanical supplements or teas was 3.69 among mothers who previously used such supplements themselves vs those who did not (P < .0001), and 1.85 among Hispanic mothers vs white mothers (P = .016). The odds were also increased among mothers with longer breast-feeding duration (P < .0001).

 •Parity, age, poverty, marital status, and region were no longer significant in the multivariate model.

•The percentage of infants given any dietary botanical supplements or teas ranged from 2.4% in month 1 to 4.4% in months 4 to 6.

•The most commonly used dietary botanical supplements and teas were gripe water, chamomile, teething tablets, and unspecified tea.

•The most common reasons given by mothers were to help with fussiness, digestion, colic, and relaxation in their infants.

•The most commonly reported sources of information regarding dietary botanical supplements and teas were friends and relatives (30%), healthcare providers (27%), and the media (27.6%).

•Mothers who received information from these sources were 3 to 5 times more likely to give their infants dietary botanical supplements and teas than mothers who did not.

•The authors concluded that use of dietary botanical supplements and teas occurred commonly among infants but that duration was short, and mothers who used these supplements themselves were more likely to give them to their infants. Clinical Implications

•An estimated 9% of mothers report use of dietary botanical supplements or teas for their infants in the first year of life. Maternal use, Hispanic race, and breast-feeding are associated with increased use of these supplements.

•Mothers who receive information about dietary botanical supplements and teas from friends or relatives, healthcare providers, or the media are more likely to give these supplements to their infants.

Fonte:  Laurie Barclay, MD
Medscape Pharmacist

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A lista de casos abaixo representa problemas relacionados a medicamentos. Classifique-os de acordo com o Consenso de Granada, de acordo com a Necessidade (1 ou 2), Eficácia (3 ou 4) e Segurança (5 ou 6), justificando a classificação.

  1. José toma 80 mg de sinvastatina por dia para hiperlipiemia e seu colesterol permanece elevado. Uma contagem dos comprimidos sugere que ele toma o medicamento de acordo com a prescrição mas a sinvastatina é ineficaz.
  2. Mariana (47 anos) começou a tomar zolpidem 5mg na hora de dormir conforme necessário. Ela acorda de manhã muito zonza para dirigir ao trabalho de forma segura.
  3. Tadeu tem depressão muito profunda não diagnosticada. Ele teria as condições apropriadas para receber a terapia medicamentosa se fosse diagnosticado.
  4. Luis não tem plano de saúde que cubra os gastos com seu levodopa/carbidopa e entacapone para doença de Parkinson, então, como não pode comprá-lo sempre, ele toma seus medicamentos esporadicamente para que durem mais tempo.
  5. Ruth está grávida de 6 semanas e apresenta uma prescrição nova para atorvastatina 20mg diariamente, escrita pelo cardiologista que ela visitou pela primeira vez.
  6. Rui foi hospitalizado com dano renal e hepático moderado e está para começar nutrição parenteral total (NPT). O farmacêutico calcula que a necessidade de proteína do paciente é de 60g por dia. A ordem da prescrição durante o dia 1 de NTP instrui o setor de terapia intravenosa da farmácia a preparar uma bolsa 24h com 60g de aminoácidos.
  7. Antônio tem mal de Parkinson com tremores que tornam quase impossível aplicar colírios para o glaucoma.
  8. Daniel tem 8 anos e tem asma crônica persistente, sendo tratado com nebulizador de albuterol uma vez ao dia.
  9. Sílvio é obeso com pressão sanguínea controlada por felodipino e começou uma dieta com suco de grapefruit.
  10. Maurício viaja para trabalhar e mantém sua insulina no porta-luvas do carro.
  11. Tereza está com dores de cabeça de enxaqueca apresentando nova prescrição para zolmitriptan do médico de família e spray nasal de sumatriptano de seu neurologista
  12. Márcia tem arritmia cardíaca estabilizada com amiodarona e apresenta uma nova prescrição de sulfato de quinidina.
  13. Sebastião pede um novo inalador de albuterol a cada duas a três semanas. O farmacêutico determina que a técnica de inalação dele é adequada mas o paciente reclama de falta de ar.
  14. Um farmacêutico oferece um programa de avaliação sobre osteoporose. Maria tem “t-score” de -2,9, sugerindo que ela possa ter osteoporose e possa requerer terapia medicamentosa adicional.
  15. A farmacêutica Francisca recebe uma receita do Dr. Waltmann para rosuvastatina, a única estatina que ele prescreve. Ela sabe que não é a estatina mais segura e nem é esse o medicamento de escolha para a maioria dos pacientes.
  16. A farmacêutica Letícia recebe uma nova prescrição do Dr. Garcia de cotrimoxazol para um paciente que toma fenitoína para epilepsia.
  17. Um paciente com dores de cabeça de enxaqueca recebeu uma receita médica de acetaminofeno com codeína 30mg, mas ainda está com muita dor
  18. Um paciente de 78 anos apresentou nova prescrição de digoxina 0,25mg via oral uma vez ao dia por 30 dias, e descansando, seu batimento cardíaco é de 66.
  19. Um paciente não pode arcar com o custo de sua receita de infliximabe para doença de Crohn grave.
  20. Um paciente com asma crônica persistente é tratada somente com inalador de albuterol, usada conforme a necessidade.

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