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Posts Tagged ‘saúde mental’

Joshua, a 52-year-old man with bipolar disorder, hyperlipidemia, and hypertension, presents to his primary care provider’s (PCP) office for routine follow-up. His psychiatric symptoms have been well controlled for several years with aripiprazole. Joshua also takes pravastatin and lisinopril. His fasting lipid profile 3 months prior showed total cholesterol, 152 mg/dL; high-density lipoprotein cholesterol (HDL-C), 36 mg/dL; triglycerides (TG), 221 mg/dL; and low-density lipoprotein cholesterol (LDL-C), 74 mg/dL. Having recently changed to another health insurance provider, Joshua tells his PCP that aripiprazole is no longer covered by his prescription plan and he cannot afford to pay for it. His PCP starts him on risperidone instead, which is on his insurance formulary, and asks him to return in 6 months. Joshua misses his next appointment, but when he finally sees his PCP 1 year later, he states that he stopped taking risperidone because of restlessness and enlarged breasts. Routine fasting lipid profile now shows total cholesterol, 214 mg/dL; HDL-C, 27 mg/dL; TG, 369 mg/dL; and LDL-C, 113 mg/dL. He reports that he has had times of spending more than he could afford, impulsivity, irritability, and feeling “on top of the world” as well as periods of depressed mood, anhedonia, lessened energy, and lessened interest in work and in family life. Which of the following is the most likely cause of the adverse drug event (ADE) in this patient?

(  )Drug-drug interaction

(  )Medication error of omission

(  ) Medication dispensing error

(  ) Medication abuse

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Amanhã é o Dia Mundial da Saúde, data que é comemorada desde 1950 para lembrar a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste 7 de abril, é bom lembrar que saúde, segundo a constituição da OMS, é definida como um “estado de completo bem-estar físico, mental e social, não consistindo somente da ausência de enfermidade”.

Neste dia, gostaria de lembrar que um tipo de saúde, a saúde mental, vem sendo sistematicamente negligenciado pelos governantes. Nos últimos 20 anos, foram fechados 80 mil leitos no Brasil e não foram substituídos por nenhum outro modelo de atendimento eficaz. A intenção desta nova política de saúde mental seria abrir leitos psiquiátricos em hospitais gerais. Neste período, abriram-se somente 2,6 mil desses leitos. Onde foi atendido o restante dos pacientes, levando em conta, ainda, o aumento da população nessas duas décadas?

A expectativa da atual política de saúde mental é de que os centros de atendimento psicossocial, os chamados Caps, pudessem dar este atendimento em nível ambulatorial. Ocorre que nestes casos a internação é fundamental, basta olharmos o número de pacientes mentais que se encontram abandonados nas ruas, como mendigos, nos presídios e nas casas daqueles que não podem pagar um tratamento particular. Recentemente, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) fez uma campanha publicitária intitulada “Loucura é não ter leitos psiquiátricos”, chamando a atenção para este problema.

Para que esta questão seja enfrentada, é preciso retirar determinados mitos do debate. Um deles é a questão dos manicômios. Não conheço ninguém que seja a favor de manicômios. É necessário que se entenda que o hospital psiquiátrico que se quer é um hospital especializado em psiquiatria, como existem os especializados em cardiologia, otorrino, traumatologia, entre outros.

“Salvar vidas – Hospitais seguros em situações de emergência” é o tema das comemorações do Dia Mundial da Saúde em 2009. Em cada ano, a OMS aproveita a ocasião para fomentar a consciência sobre alguns temas-chave relacionados com a saúde mundial. No meu entender, é um excelente momento para a política de saúde mental no Brasil ser discutida e começar a ser revista.

Germano Bonow

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