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Archive for fevereiro \28\UTC 2010

Recomendações para utilização de sibutramina

Sibutramina agora é contra-indicada em doentes com história de doença cardiovascular, incluindo a doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral / acidente isquêmico transitório, arritmias, insuficiência cardíaca congestiva ou doença arterial periférica, mas também não deve ser utilizado em pessoas com hipertensão não controlada.
Dados da pesquisa SCOUT em curso, com  mais de 10.000 pacientes com sobrepeso ou obesas, têm ligado a sibutramina a um risco aumentado para um desfecho composto de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, reanimados de parada cardíaca, ou morte em relação ao placebo.O aumento foi associado com uma história de doença cardiovascular.
A pressão arterial ea freqüência cardíaca devem ser regularmente monitorizados durante o tratamento com sibutramina; tratamento deve ser interrompido com aumentos persistentes nestes parâmetros. Sibutramina deve ser interrompido em doentes que não perdem pelo menos 5% do seu peso corporal inicial dentro de 3 a 6 meses, com a continuação do tratamento, é improvável que seja eficiente e está ligada a riscos desnecessários.

Fonte: Medscape, 29/01/2010

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Estudo de revisão  coordenado pelo grupo COCHRANE evidenciou que os antiinflamatórios não esteroidais são mais efetivos no tratamento da cólica menstrual do que o paracetamol (OR, 1.90; 95% CI, 1.05 – 3.44), porém, possuem mais efeitos adversos que o placebo. Os pesquisadores recomendam que sejam usadas doses mais baixas de AINES, combinando estes medicamentos com o paracetamol, aliviando assim a dor e diminuindo os efeitos adversos.

Fonte: 

Cochrane Database Syst Rev. Published online January 20, 2010.

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Dois funcionários da FDA (agência que regula medicamentos e alimentos nos EUA) lançaram um alerta recomendando que o remédio Avandia, usado para diabetes tipo 2, seja retirado do mercado. Eles dizem que o medicamento, cuja substância ativa é a rosiglitazona, é mais perigoso para o coração do que seu concorrente da mesma classe, o Actos (pioglitazona). Segundo o relatório, o remédio provocou 500 ataques cardíacos e 300 casos de insuficiência cardíaca desnecessários por mês.

Tanto o Avandia quanto o Actos são comercializados no Brasil. Em 2007, um estudo com 15.560 pacientes já havia sugerido que o primeiro pode causar problemas cardíacos. Agora, dois senadores dos EUA dizem ter evidências de que a fabricante, a GlaxoSmithKline, sabia dos riscos do remédio anos antes de esse assunto vir à tona e falhou em não avisar sobre o problema. A Glaxo negou as acusações e afirmou que “as evidências científicas simplesmente não estabelecem que o Avandia aumenta os riscos de problemas cardiovasculares’’. A FDA vai pedir que os riscos sejam novamente discutidos.

Fonte: Zero Hora, 27/fev/2010

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