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Posts Tagged ‘INFECÇÃO DO TRATO RESPIRATÓRIO’

Caso clínico – Paciente Idoso Identificação: M. S., 62 anos, masculino, branco, casado, aposentado, procedente de Faxinal do Soturno.

História clínica: O paciente procurou atendimento devido à dificuldade progressiva de realizar tarefas manuais, tais como abotoar as roupas, pentear-se e outras. Negou outras queixas específicas. Na história pessoal, informou ter feito apendicectomia. Não havia outros dados relevantes.

Exame físico: Os sinais vitais eram normais. O exame do aparelho locomotor evidenciou tremor em repouso de extremidades, o qual cessava ao fazer um movimento ativo. Mostrava o movimento de enrolar pílulas com os primeiros e segundos dedos de ambas as mãos. Havia discreta rigidez muscular. Chamava a atenção o aspecto apático e tristonho do paciente. Não se evidenciavam outras anormalidades. Frente a esse quadro, foi estabelecido o diagnóstico de doença de Parkinson, decidindo-se pelo tratamento com anticolinérgico e várias medidas de apoio. Cogitou-se o uso simultâneo de antidepressivo tricíclico. Passados dois anos, o paciente retornou à consulta, referindo piora na doença, apesar de fazer corretamente o tratamento anteriormente prescrito. Queixou-se de dificuldades para deambular e de aumento na salivação. Falava lentamente e a face mostrava rigidez de expressão. Frente à evolução do quadro parkinsoniano, decidiu-se administrar a associação de Levodopa+carbidopa.

Caso clínico – Paciente Infantil

Identificação: C. U F. 10 anos, masculino, preto, solteiro,estudante, procedente de Lajeado.

História clínica: Já há oito dias, o paciente apresentava febre, congestão nasal, dor de garganta e prolongados episódios de tosse acompanhadas de mínima secreção. Um irmão tivera quadro similar, porem menos intenso, dias antes. Ambos haviam usado ampicilina, sem no entanto, obterem resultados satisfatórios.

Exames físicos e subsidiários: TAx.: 38,2 ºC, orofaringe hiperemiada, estertores em ambas as bases pulmonares. O Rx de tórax mostrou infiltrado multilobular bilateral; o Mantoux e o Baar foram negativos; o hemograma revelou discreta leucocitose. Foi estabelecida hipótese diagnóstica de pneumonia por Mycoplasma pneumoniae, mas não se descartou a etiologia por Legionella pneumophila ou Chlamydia pneumoniae, instituindo-se o tratamento com eritromicina.

adaptado de FUCHS e WANNMACHER, 1999.

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